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	<title>AIDS &#124; HIV – Saiba tudo sobre os sintomas &#187; virus hiv</title>
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	<description>Conheça os sintomas do HIV e entenda como acontece a transmissão da AIDS. Aprenda o que é a AIDS e como se prevenir.  Tire suas principais dúvidas sobre a doença.</description>
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		<title>Pesquisadores bloqueiam ataque do HIV</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 00:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores ingleses conseguiram impedir que o HIV atacasse o sistema imunológico do corpo ao modificar a membrana da célula do vírus. Os resultados, publicados na revista Blood cientistas do Imperial College London e da Universidade Johns Hopkins, podem abrir caminho para a criação de uma vacina. O vírus HIV é causador da Aids, a Síndrome [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/pesquisadores-bloqueiam-ataque-do-hiv/">Pesquisadores bloqueiam ataque do HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/09/virushiv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-903" title="virushiv" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/09/virushiv.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Pesquisadores ingleses conseguiram impedir que o HIV atacasse o  sistema imunológico do corpo ao modificar a membrana da célula do vírus.</p>
<p>Os resultados, publicados na revista <a href="http://bloodjournal.hematologylibrary.org/content/early/2011/09/19/blood-2011-03-344218.abstract">Blood </a>cientistas do Imperial College London e da Universidade Johns Hopkins, podem abrir caminho para a criação de uma vacina.</p>
<p>O vírus HIV é causador da Aids, a Síndrome da Imunodeficiência  Adquirida, que, como o próprio nome diz, prejudica o corpo danificando  seu sistema de defesa (imunológico).  Ela é a terceira maior causa de  morte em países em desenvolvimento, matando 1,8 milhões de pessoas por  ano no mundo.</p>
<p>Normalmente, quando uma pessoa é infectada, o sistema  imunológico dá uma primeira resposta que bloqueia a ação do vírus  momentaneamente. Muitos pesquisadores, no entanto, acreditam que o HIV  causa uma super-reação inicial do sistema, enfraquecendo a próxima linha  de defesa do corpo. Algumas de suas células de defesa,  chamadas plasmacytoid dendritic cells (pDCs), reconhecem o HIV  rapidamente e reagem, produzindo moléculas sinalizadoras que ativam  muitos processos e danificam o sistema se permanecerem ligados por muito  tempo.</p>
<p>O mecanismo pode ser comparado ao de um carro, que anda muito  tempo com a primeira marcha engatada: embora boa para sair com o  veículo, ela precisa ser mudada, ou então danifica o maquinário.</p>
<p>Na nova pesquisa, os cientistas encontraram evidências de que é  justamente assim que o vírus age – e conseguiram bloquear essa ação  removendo o colesterol da membrana de sua célula (o vírus utiliza a  membrana das células que ataca). É essa gordura (que não está  relacionada ao colesterol do sangue) que ajuda a manter a estrutura da  membrana fluída, permitindo que o vírus interaja com alguns tipos de  células.</p>
<p>Ao remover o colesterol, o vírus não pode ativar as pDCs. Como  consequência, as células T, que orquestram a segunda leva de resposta,  mais organizada, podem atacar o vírus de forma mais eficiente.</p>
<p>O vírus sem colesterol não era infeccioso – ou seja, apesar de  estar presente no corpo não podia causar danos ao sistema. Ainda assim,  podia ser localizado e combatido pelas células T.</p>
<p>Embora a pesquisa seja bastante inicial, ela ajuda a desvendar  a complexa forma de atuação do vírus. Além disso,  a descoberta do  colesterol abre caminho para o desenvolvimento de um novo tipo de  vacina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/pesquisadores-bloqueiam-ataque-do-hiv-26092011-15.shl">Info</a></p>
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		<title>HIV/Aids: Cientistas ligam vírus a infecção por salmonela</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas americanos descobriram a forma como pessoas portadoras do vírus HIV se tornam mais vulneráveis a infecções causadas pela bactéria salmonela. O achado, obtido por uma pesquisa realizada com homens africanos, confirma que os anticorpos da Aids (moléculas responsáveis por desencadear a defesa do corpo contra infecções) neutralizam a ação dos outros, que deveriam lutar [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/hiv-aids-cientistas-ligam-virus-a-infeccao-por-salmonela/">HIV/Aids: Cientistas ligam vírus a infecção por salmonela</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Salmonella-hg-20100422.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-232" title="Salmonella-hg-20100422" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Salmonella-hg-20100422.jpg" alt="" width="450" height="341" /></a>Cientistas americanos descobriram a forma como pessoas portadoras do <strong>vírus HIV</strong> se tornam mais vulneráveis a infecções causadas pela bactéria salmonela. O achado, obtido por uma pesquisa realizada com homens africanos, confirma que os anticorpos da Aids (moléculas responsáveis por desencadear a defesa do corpo contra infecções) neutralizam a ação dos outros, que deveriam lutar contra a bactéria.</p>
<p>Em um relatório publicado nesta quinta-feira (22) pela revista americana Science, os cientistas da Universidade do Alabama (EUA) afirmaram que a descoberta explica por que os portadores do<strong> vírus HIV</strong> têm uma alta taxa de mortalidade ao serem infectados pela salmonela. Além disso, eles preveem que a descoberta vai ajudar a criar vacinas mais efetivas contra o HIV.</p>
<p>A salmonelose de tipo não contagiosa causa vômitos e diarréias e é contraída pelo consumo de alimentos infectados com a bactéria. Também pode provocar infecções na corrente sanguínea em pessoas com problemas no sistema imunológico, como os portadores do HIV ou crianças com malária, anemia ou desnutrição.</p>
<p>No estudo, os pesquisadores determinaram que os portadores do vírus têm altos níveis de anticorpos contra a salmonela. No entanto, ao contrário do que ocorre nos adultos saudáveis, eles não eliminam a bactéria. Os anticorpos desses pacientes com o HIV impedem que o sistema elimine a bactéria da salmonelose ao ligar-se a uma estrutura da superfície do micróbio – com isso, bloqueiam a ação dos anticorpos, diz Cal MacLennan, principal autor da pesquisa.</p>
<p>– Achávamos que os pacientes de HIV eram mais suscetíveis às infecções bacterianas devido a deficiências em seu sistema de imunização. Mas nesse estudo determinamos que, na realidade, o que causa o problema é o excesso de anticorpos.</p>
<p>Fonte: R7</p>
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		<title>China deve abolir lei que proíbe entrada de portadores do HIV</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[22 de abril de 2010 &#124; 0h 00 A China pode seguir o exemplo dos Estados Unidos e abolir a lei que proíbe a entrada de portadores do vírus HIV, causador da aids, no país. A informação, atribuída a fontes do governo federal, foi publicada no jornal oficial China Daily. Segundo o diário, a liberação [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/china-deve-abolir-lei-que-proibe-entrada-de-portadores-do-hiv/">China deve abolir lei que proíbe entrada de portadores do HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div>22 de abril de 2010 | 0h 00</div>
<div>A China pode seguir o exemplo dos Estados Unidos e abolir a lei que proíbe a entrada de portadores do <strong>vírus HIV</strong>, causador da aids, no país. A informação, atribuída a fontes do governo federal, foi publicada no jornal oficial China Daily.</p>
<p>Segundo o diário, a liberação deve ocorrer antes do dia 1.º de maio, quando ocorre a abertura da Exposição Universal de Xangai, que aguarda cerca de 4 milhões de visitantes estrangeiros. A decisão foi tomada após uma reunião do Conselho de Estado realizada na segunda-feira.</p>
<p>O subdiretor do Escritório de Controle de Enfermidades do Ministério da Saúde, Hao Yang, já havia afirmado, no mês passado, que a proibição da entrada de estrangeiros soropositivos era uma medida &#8220;desnecessária&#8221; e que a lei seria revogada em breve. Essa afirmação foi feita dois dias após o governo ter negado um visto de entrada ao escritor australiano Robert Dessaix, portador do HIV, que participaria do Festival Internacional de Literatura de Xangai.</p>
<p>A proibição foi imposta nos anos 1980, quando o governo chinês considerava a aids como um &#8220;mal estrangeiro&#8221;, enquanto dezenas de milhares de chineses eram contaminados por causa do comércio de sangue, feito sem controle. O número oficial de soropositivos no país é de 740 mil, mas a cifra real deve ser bem maior.</p>
<p>Fonte:  O Estado de S.Paulo</p>
</div>
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		<title>Software sequencia genes do vírus HIV, publica jornal A tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[19/04/2010 &#8211; 11h15 Na sua edição desta segunda-feira, 19 de abril, o jornal baiano A Tarde traz uma entrevista com o pesquisador da Fiocruz e do NIH (National Institutes of Health, ligado ao departamento norte-americano de Saúde) Luiz Carlos Júnior Alcântara, que coordena a equipe que desenvolveu na Bahia um software para analisar sequências do [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/software-sequencia-genes-do-virus-hiv-publica-jornal-a-tarde/">Software sequencia genes do vírus HIV, publica jornal A tarde</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>19/04/2010 &#8211; 11h15</p>
<p>Na sua edição desta segunda-feira, 19 de abril, o jornal baiano <em>A Tarde</em> traz uma entrevista com o pesquisador da Fiocruz e do NIH (National Institutes of Health, ligado ao departamento norte-americano de Saúde) Luiz Carlos Júnior Alcântara, que coordena a equipe que desenvolveu na Bahia um software para analisar sequências do<strong> vírus HIV</strong>, causador da aids. Esses programas podem ajudar na avaliação de dados de sequências de DNA obtidos nos projetos de pesquisa.</p>
<p>Com pós-doutorado em epidemiologia e especialização em filogenia dos retrovírus humanos pela Nelson Mandela Medical School, em Durban, na África do Sul, Luiz Carlos Júnior Alcântara atualmente é pesquisador em bioquímica da Fiocruz e professor adjunto de bioquímica no curso de medicina da Escola Bahiana de Medicina.<br />
Alcântara tem experiência na área de biologia molecular e bioinformática dos retrovírus humanos (HIV e HTLV). Atualmente o pesquisador mora em Maryland (Estados Unidos), sede do NIH, onde desenvolve pesquisas que buscam desenvolver uma vacina eficaz contra o HIV.</p>
<p>Segundo ele, até agora as vacinas desenvolvidas não conseguiram imunizar todos os indivíduos vacinados. É o caso da Alvac, que usa como vetor o vírus da varíola, se for modificada, pode alcançar uma maior eficácia. O laboratório desenvolveu essa vacina e testou em macacos, setor no qual atua o biólogo. Em seres humanos, a vacina se mostrou eficaz em um percentual de apenas 30%. Contudo, a eficiência em macacos chegou a 70%.</p>
<p><strong>Qual seu trabalho no NIH?</strong></p>
<p>Recebi um convite e lá estou há 11 meses. Estou envolvido em um projeto novo para desenvolver uma vacina para o <strong>HIV </strong>que contém os genes do vírus causador da doença inseridos em um vetor. Utilizamos como vetor o HTLV-2, que é da mesma família do <strong>HIV</strong>.</p>
<p>Ele não causa a doença, mas provoca o aumento no número de células de defesa, a T4. A vacina da HTLV-2 ainda será iniciada em animais, por enquanto fizemos testes in vitro. Os testes em animais devem começar até o final deste ano.</p>
<p><strong>O NIH tem feito testes de vacinas para o vírus HIV recentemente?</strong></p>
<p>Sim. O laboratório ao qual estou ligado testou, no ano passado, um outro tipo de vacina, na Tailândia, chamada Alvac.</p>
<p><strong>Mas os resultadosvnão foram muito animadores, não?</strong></p>
<p>A vacina não conseguiu imunizar todos os indivíduos vacinados, somente um percentual em torno de 30%. Foi uma eficiência baixa, mas em relação a todas as experiências com possíveis vacinas, foi a que apresentou melhor resultado até agora.</p>
<p><strong>Então, mesmo &#8220;falhando&#8221;, a experiência com a vacina na Tailândia pode ser considerada um avanço?</strong></p>
<p>Já foram testadas várias vacinas, sempre sem eficácia. Portanto, foi um sinal positivo, sim. A Alvac, que usa como vetor o vírus da varíola, se for modificada, pode alcançar uma maior eficácia. O laboratório desenvolveu essa vacina e testou em macacos, que é o setor no qualatuo (testes em animais). Só depois de testada em animais, a vacina pode ser testada em sereshumanos.</p>
<p><strong>E em animais, qual foi o percentual de imunização da Alvac?</strong></p>
<p>Em macacos, foi em torno de 70%. Os resultados lá no sudeste asiático, portanto, não podem ser considerados um balde de água fria.</p>
<p><strong>Por que é tão difícil encontrar a cura da aids?</strong></p>
<p>O HIV é muito mutável. Assim como o vírus da gripe, muda muito rápido. Aliás, o vírus da aids tem uma capacidade de mudar muito maior que outros vírus. Ele se torna resistente às drogas antirretrovirais que vão sendo desenvolvidas. Essa é a dificuldade.</p>
<p><strong>Estamos muito longe de uma vacina para aids?</strong></p>
<p>A dificuldade maior não é mais financeira. É, justamente, a grande capacidade de mutação do vírus. Para desenvolver uma vacina, tem de saber a sequência do HIV em diferentes regiões geográficas do planeta e de diferentes genótipos. E, enquanto está sendo desenvolvida uma vacina, o vírus já mudou naquela região.</p>
<p><strong>O Fundo Mundial para a Luta contra a aids, a Malária e a Tuberculose calcula que até 2015 será possível erradicar a transmissão vertical (de mãe para filho) do vírus HIV. É mesmo possível em tão pouco tempo?</strong></p>
<p>O NIH tem pontos na África [continente cujos países têm altos índices de contaminação] trabalhando na questão de transmissão vertical. O correto é que a mãe infectada não amamente. Lá, na África, é muito difícil isso. Recentemente, houve bons resultados.</p>
<p>Estão conseguindo diminuir bastante a transmissão vertical a partir de trabalho de conscientização com mulheres grávidas e na aplicação de dinheiro em investimentos com antirretrovirais para as mães e recém-nascidos.</p>
<p><strong>Aqui na Fiocruz, o senhor é coordenador do laboratório da bioinformática. Quais pesquisas vêm sido feitas?</strong></p>
<p>Desenvolvemos um software para analisar sequências de vírus. São programas que podem ajudar na avaliação de dados de sequências de DNA obtidos nos projetos de pesquisa.</p>
<p>Por exemplo, temos a sequência do HIV. Se quisermos saber qual o genótipo viral que o indivíduo tem, sequenciamos o vírus e submetemos essa sequência ao programa, que é capaz de dizer quais as mutações que existem no vírus, qual a frequência dessas mutações ou se o vírus tem resistência a um tipo de medicamento.</p>
<p><strong>A indústria da tecnologia tem avançado junto às pesquisas?</strong></p>
<p>Sim, considero que a industria tem avançado muito. No Brasil, esses avanços ainda estão engatinhando, na minha opinião. Mas, fora do Brasil, tem crescido bastante, sobretudo nos Estados Unidos e Europa. Sem informática, seria impossível a pesquisa.</p>
<p><strong>Como avalia as políticas públicas no Brasil?</strong><br />
O Brasil é muito bem-visto lá fora, não só em relação à pesquisa, mas principalmente em relação ao tratamento.O Brasil foi um dos pioneiros a oferecer a terapia gratuita, e países vizinhos, como Uruguai e Paraguai, por exemplo, não têm esse tratamento gratuito.</p>
<p><strong>Quais foram os resultados da pesquisa feita na Fiocruz que buscou correlações entre o índice de ancestralidade africana e vulnerabilidade ao HIV/aids?</strong></p>
<p>Fui um colaborador do projeto, pioneiro no Brasil. Foram feitas coletas em indivíduos infectados com HIV. Depois, foi feita a caracterização genética desses indivíduos, para ver se a pessoa tinha mais ancestralidade ameríndia, africana ou europeia. Foi visto que a infecção não tinha nenhuma relação com ancestralidade.</p>
<p><strong>Fonte: A Tarde</strong></p>
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		<title>Doador de sangue tem direito a indenização por falso diagnóstico de Aids</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[15 de abril de 2010 às 16:52 O Estado do Maranhão terá que pagar R$ 20 mil a um doador de sangue que recebeu diagnóstico falso-positivo em exame de HIV feito pelo Centro de Hemoterapia do Maranhão – Hemomar, em São Luís. A decisão é da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, em julgamento [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/cidadesdoador-de-sangue-tem-direito-a-indenizacao-por-falso-diagnostico-de-aids/">Doador de sangue tem direito a indenização por falso diagnóstico de Aids</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>15 de abril de 2010 às 16:52</p>
<p>O Estado do Maranhão terá que pagar R$ 20 mil a um doador de sangue que recebeu diagnóstico falso-positivo em exame de <strong>HIV </strong>feito pelo Centro de Hemoterapia do Maranhão – Hemomar, em São Luís. A decisão é da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, em julgamento nesta quinta-feira, 15.</p>
<p>O doador ajuizou ação de danos morais contra o Estado, que foi condenado pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública aopagamento da indenização. O Estado recorreu ao TJ, alegando a falta de provas da ocorrência de erros no exame realizado, que seria mero procedimento de triagem realizado de forma superficial para analisar a aptidão do doador para o ato.</p>
<p>O autor do pedido de indenização informou que, durante procedimento de doação de sangue, realizou exame em 02 de maio de 2005, que diagnosticou a soropositividade. Em 06 de julho foi repetida a análise, que confirmou o falso resultado positivo. Somente no terceiro exame, realizado em 24 de abril de 2006, foi corrigido o erro e confirmado que o paciente não é portador do <strong>vírus HIV</strong>.</p>
<p><strong>INDENIZAÇÃO</strong> &#8211; A 1ª Câmara Cível, de acordo com o entendimento da relatora do recurso, desembargadora Maria das Graças Duarte, decidiu manter a condenação ao pagamento da indenização, destacando o dever da instituição de informar ao doador sobre a possibilidade na ocorrência de erros nos resultados, antes da realização.</p>
<p>Os magistrados consideraram o abalo psicológico e a angústia sofridos pelo rapaz, bastantes ao desequilíbrio de seu bem-estar, estado que se prolongou por mais de um ano até a correção da informação.</p>
<p>O procurador de justiça Marco Antonio Guerreiro, que participava da sessão, informou que enviará cópia dos autos à Promotoria de Saúde da capital, para as providências cabíveis.</p>
<p>Fonte: Jornal Pequeno</p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/cidadesdoador-de-sangue-tem-direito-a-indenizacao-por-falso-diagnostico-de-aids/">Doador de sangue tem direito a indenização por falso diagnóstico de Aids</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Consórcio quer estudar abandono de crianças portadoras do vírus HIV</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[15 de abril de 2010 7:58 O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC deve discutir na próxima reunião, em maio, a pesquisa Abandono e Estigma de Crianças Portadores do Vírus HIV da Fundação Santo André, segundo o coordenador do grupo de trabalho Criança Prioridade 1 do Consórcio, Ariel de Castro Alves. A pesquisa apontou que crianças [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/consorcio-quer-estudar-abandono-de-criancas-portadoras-do-virus-hiv/">Consórcio quer estudar abandono de crianças portadoras do vírus HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<h4>15 de abril de 2010 7:58</h4>
<p>O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC deve discutir na próxima reunião, em maio, a pesquisa Abandono e Estigma de Crianças Portadores do <strong>Vírus HIV</strong> da Fundação Santo André, segundo o coordenador do grupo de trabalho Criança Prioridade 1 do Consórcio, Ariel de Castro Alves.</p>
<p>A pesquisa apontou que crianças e adolescentes de até 17 anos portadores do<strong> vírus HIV</strong> são abandonados pela família. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 9.000 crianças possuem o <strong>vírus da Aids</strong> atualmente no País.</p>
<p>&#8220;Vou entrar em contato com as professoras e estudantes que elaboraram a pesquisa para trazer uma discussão dos resultados no Consórcio. Pretendo fazer estudo para identificar esses abandonos na região, para elaborar ações aos municípios na área&#8221;, disse Alves. Ele informou que cerca de 600 crianças e adolescentes ocupam abrigos das sete cidades por situações de abandono. &#8220;Com o estudo poderemos identificar as causas dos abandonos melhores.&#8221;</p>
<p>O estudo da Fundação do ABC foi um trabalho de conclusão de curso realizado ano passado pelas então estudantes de Pedagogia Joyce Genuíno e Gabriela de Carvalho e coordenado pelas professoras Ivete Pellegrino e Maria Elena de Gouvêa.</p>
<p>&#8220;Quisemos mostrar como é a realidade dessas crianças. Ao chegar nas entidades, encontramos crianças agitadas que faziam de tudo para chamar nossa atenção, o que mostra a carência&#8221;, contou Joyce.</p>
<p>Para Ivete, que supervisionou o estudo, muitos profissionais não estão preparados para lidar com essas crianças. &#8220;A ideia da pesquisa é mostrar que é preciso desenvolver afetividade no local de tratamento e preparação de ambiente escolar a inclusão.&#8221;</p>
<p>TRATAMENTO &#8211; As prefeituras da região possuem programas de acompanhamento para pacientes com o vírus da Aids. A administração de São Bernardo informou que trata 49 menores de 19 anos. Santo André registra dez adolescentes entre 13 a 19 anos em acompanhamento. As demais prefeituras não responderam.</p>
<p>O Ambulatório de HIV Infantil da Faculdade de Medicina do ABC atende por semana 15 pacientes. &#8220;Temos 60 crianças em tratamento que recebem acompanhamento médico e psicológico, e os pais também são orientados&#8221;, explicou Valter Pinho dos Santos, coordenador da unidade. O setor de atendimento existe há 18 anos.</p>
<p>Fonte: Diário do Grande ABC</p>
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		<title>HIV/Aids: quase três décadas de preconceito e desinformação</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
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		<description><![CDATA[11 de Abril de 2010 às 00:00 “Prazer prolongado”, “Sabores”, “Turbo”, “Extra fina (quase sem nada)”, “Estimula prazer feminino”. Os apelos publicitários para atrair a atenção para o uso da camisinha começam desde a embalagem do produto, repleto de criatividade dos fabricantes, que inovam as opções nas prateleiras. Mas prova de que o preconceito e [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/hivaids-quase-tres-decadas-de-preconceito-e-desinformacao/">HIV/Aids: quase três décadas de preconceito e desinformação</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>11 de Abril de 2010 às 00:00</p>
<p>“Prazer prolongado”, “Sabores”, “Turbo”, “Extra fina (quase sem nada)”, “Estimula prazer feminino”. Os apelos publicitários para atrair a atenção para o uso da <strong>camisinha </strong>começam desde a embalagem do produto, repleto de criatividade dos fabricantes, que inovam as opções nas prateleiras. Mas prova de que o preconceito e desinformação acerca do<strong> vírus HIV</strong> estão incorporados até em pessoas que, à primeira vista, teriam esclarecimento mínimo no assunto, foi dada em rede nacional.</p>
<p>Na última edição do Big Brother Brasil 10, Marcelo Dourado,   ganhador do prêmio do programa de maior audiência na televisão brasileira, deu um banho de água fria nas campanhas sobre a doença e nas entidades que lutam pelo respeito aos homossexuais no país. Em uma tacada só, prestou   um desserviço à sociedade, quando afirmou que somente gays do sexo masculino transmitem a Aids.</p>
<p>Para completar a cena de alienação, Angélica, representante das lésbicas no “BBB 10”, reforçou a fala de Dourado ao afirmar que não se protege com a parceira porque mulher não transmite Aids, “só homem”. Não é novidade que a doença deixou de ter grupo de risco: com  a vida sexualmente ativa, qualquer pessoa pode contrair e transmitir o vírus, caso não se proteja.</p>
<p>Hoje o termo mais usado entre os especialistas é “comportamento” ou “situação” de risco. No caso das lésbicas, é difícil dizer qual soropositiva foi infectada por outra  mulher, porque nas notificações da doença aparecem em “bissexuais”. Mas a polêmica de Dourado suscita  o questionamento: como o brasileiro encara o assunto? Quando a Aids apareceu, no início dos anos 80 do século 20, a proporção da doença entre homens e mulheres era de 40 para um, respectivamente.</p>
<p>Atualmente, a incidência entre os dois sexos está quase equiparada de um para um. Mas o preconceito é parecido ao dos anos 80, e ainda leva muitos dos soropositivos a viver uma vida “dupla”, mentindo no trabalho e até em casa, explica a infectologista Lúcia Calich, com a experiência de quem trabalha no ambulatório de pré-natal da Maternidade Escola Januário Cicco.</p>
<p>“Atendemos diversas patologias de gestantes, mas no caso das que têm Aids, às vezes só descobrem no pré-natal e não contam à família. Por causa disso, para ir à consulta, precisam inventar mil histórias, criar um esquema especial para sair de casa”, relata.</p>
<p>A discriminação é tão presente que foi preciso criar uma lei (11.199/ 02) proibindo a discriminação a portadores de <strong>HIV/Aids</strong>. A justiça brasileira deu ganho de causa   a portadores do vírus em todos os processos movidos  por discriminação no trabalho, escola e rede de saúde.</p>
<p>A contadora Janaína  (nome fictício para preservar a identidade da entrevistada),  descobriu estar infectada durante a gravidez. A doença foi contraída do ex-parceiro, com quem morou durante um ano sem saber que ele era soropositivo.  “Quando contei do exame positivo, ele assumiu a doença. Brigamos e nos separamos”, conta.</p>
<p>Janaína voltou para casa dos pais, que por ironia do destino também são soropositivos e teve que se afastar do trabalho alegando gravidez de risco. “Meu pai está em fase terminal de vida, bastante debilitado, então não foi difícil contar. Mas ainda não sei como farei no trabalho, provavelmente não vou contar para  não ser demitida”, diz.</p>
<p>“A Aids é uma doença como qualquer outra, o doente não pode ser punido por estar doente”, critica Lúcia Calich. Ela lembra que qualquer médico que solicita o <strong>exame de HIV</strong> pode e deve informar o resultado ao paciente, mas  nem todos sentem-se preparados para o chamado “aconselhamento”.</p>
<p>“O preconceito às vezes parte do próprio profissional médico. Tem melhorado bastante com o passar dos anos, mas ainda acontece, principalmente no interior”, explica. É comum chegar pacientes nos hospitais de referência com o exame nas mãos sem saber que o resultado é positivo.  “Isso ocorre porque é uma consulta difícil, que precisa muitas vezes de uma equipe com psicólogo, assistente social”.</p>
<p><strong>Camisinha até para soropositivos</strong></p>
<p>O uso do preservativo é tão importante, que até mesmo quando os dois parceiros são soropositivos  , não devem abrir mão de usá-lo, segundo orienta a infectologista Lúcia Calich. Como o vírus se comporta diferente em cada organismo, há o risco da recontaminação. É o caso, por exemplo, de um casal em que um dos soropositivos já faz uso da medicação porque tem baixa carga viral e o outro não.</p>
<p>“Sem camisinha, o parceiro que que tem carga viral mais alta pode ser recontaminado pelo que tem baixa carga viral, e ficar ainda mais frágil ou vice-versa: o que estava mais saudável receber a carga viral de quem já está doente de Aids, e não apenas infectado com o vírus HIV”. Lúcia chama a atenção para o perigo de ser contaminado com outras doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<p>“As DSTs andam juntas com a Aids, elas facilitam a transmissão porque  ocasionam lesões, abrem feridas”. Outro mito que ronda a cabeça de muitos brasileiro diz respeito à qualidade e expectativa de vida de quem tem HIV/Aids. No Boletim Epidemiológico de 2007 da OMS, pela primeira vez se observou dados sobre a proporção de pessoas que continuaram vivendo com Aids até cinco anos após o diagnóstico.</p>
<p>O estudo se baseia no número de pessoas identificadas com a doença em 2000 e aponta que 81% delas, no Nordeste, estavam vivas cinco anos depois de diagnosticadas. Nas outras regiões, os percentuais foram de 78%, no Norte; 80%, no Centro Oeste; 90%, no Sudeste; e 82%, no Sul. No Rio Grande do Norte, a campanha Fique Sabendo, da Secretaria de Saúde Pública do Estado (Sesap) é uma das medidas adotadas para combater a desinformação sobre HIV/Aids.</p>
<p>“A campanha alerta para a importância da prevenção assim como do diagnóstico precoce em se tratando de DSTs e Aids”, diz Sônia Cristina Lins, coordenadora  do Programa Estadual de DST/Aids. Com um diagnóstico antes da doença se instalar, ou seja, enquanto o paciente é apenas soropositivo, é mais fácil monitorar o momento exato em que ele pode precisar fazer uso dos remédios, o que geralmente é indicado pelo exame que detecta o nível de carga viral.</p>
<p><strong>“Há feminização da epidemia”, diz infectologista</strong></p>
<p>Se é difícil conscientizar os jovens hoje &#8211; que cresceram tendo conhecimento da Aids e seus perigos – o que dirão os especialistas sobre incutir o uso da camisinha na população acima dos 50 anos, que teve uma juventude sem HIV ou com a ideia de que a doença atingia apenas grupos específicos?</p>
<p>Das quase três mil notificações de Aids no RN de 1983 até hoje, a maioria foi diagnosticada em pessoas na faixa etária 20 a 34 anos, com  1.130. Em seguida, estão os doentes entre  35 a 49 anos, com 1.010 notificações, e em terceiro lugar no ranking, aparece a faixa etária do 50 a 64 anos, com   238 casos.</p>
<p>A origem da infecção muitas vezes é um enigma indecifrável para os próprios pacientes. “Investigamos a epidemiologia  e são muitas as histórias. Em muitas situações é do marido ou ex marido, em outras, eram usuárias de drogas que compartilhavam seringa. Outras nem sabem de onde foram infectadas”, diz Lúcia Calich.</p>
<p>Tecnicamente falando, há uma chamada “feminização da epidemia”, que se reflete na população infantil, caso não haja um acompanhamento adequado no pré-natal e parto. A boa notícia é que quando o poder público oferece as condições necessárias, o índice de transmissão de mãe para filho – chamada vertical- pode chegar a zero por cento.</p>
<p>Em um estudo interno no ambulatório da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), Lúcia Calich mostra que de 30 pacientes grávidas soropositivas atendidas, nenhuma das que voltaram para consulta após o parto tinha  o bebê contaminado.</p>
<p>Do total de pacientes atendidas hoje no ambulatório da MEJC,   12 são soropositivas. “É diferente um acompanhamento da grávida que sabia que era soropositva de uma que descobriu no pré-natal, porque pela própria condição de gestante, estão  emocionalmente mais fragilizadas”.</p>
<p><strong>Homem  é quem mais compra camisinha</strong></p>
<p>O estudante de Engenharia Elétrica, João Kleber Araújo, 21, garante: mesmo que a namorada faça uso regular do anticoncepcional oral, não abre mão da camisinha. “Tenho  mais medo de doenças”, diz. O pacote de preservativo com três unidades custa entre R$1,00 e R$4,00 em média.</p>
<p>Os valores variam de acordo com o “extra” oferecido pelo produto, como sabor, lubrificante, cor e textura. “Quem compra mais são os homens, em 95% dos casos. Quando são mulheres, geralmente são mais velhas, acima dos 30 anos”, comenta o gerente de farmácia Erinaldo Teixeira.</p>
<p>Mas e quando a relação já é considerada uma união estável de vários anos? O instalador Dênis Ribeiro, 26, há 11 anos foi morar com a primeira namorada. Com  acesso a  camisinhas grátis no posto de saúde mais próximo de casa, ele admite que usa o preservativo, mas não é sempre. “Sinto falta de palestras educativas sobre o assunto no meu bairro, porque meus amigos solteiros não usam”.</p>
<p>Estudos  realizados entre 1994 e 2002 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que foram feitas, em média, quatro campanhas de prevenção por ano no Brasil no período. A estimativa é de que se evitaram 600 mil infecções pelo HIV e um dos motivos foi o uso do preservativo, que aumentou  48% entre jovens. Segundo a OMS, os jovens foram influenciados pela campanha e distribuição pelo governo, que cresceu em 15 vezes.</p>
<p>A camisinha masculina representa quase 100% do uso do preservativo. No   Brasil,   o único país a distribuir a camisinha feminina, a “moda não vingou”.  “A adesão é pequena, não tenho nenhuma paciente que relate usar”, diz a infectologista Lúcia Calich. Um dos motivos, segundo ela, pode ser a dificuldade de manusear corretamente o produto.“ Nem falam nisso, sempre se fala em preservativo masculino”.</p>
<p>Fonte: Tribuna do Norte</p>
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		<title>Aids/HIV já matou cerca de 220 mil pessoas no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há cerca de 25 anos foi registrado o primeiro caso de Aids no Brasil. No inicio, a contaminação era registrada na maioria dos casos em homens da classe média alta, moradores de grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, este perfil se modificou e a contaminação do vírus HIV se interiorizou, atingindo [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/aidshiv-ja-matou-cerca-de-220-mil-pessoas-no-brasil/">Aids/HIV já matou cerca de 220 mil pessoas no Brasil</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de 25 anos foi registrado o primeiro caso de Aids no Brasil. No inicio, a contaminação era registrada na maioria dos casos em homens da classe média alta, moradores de grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, este perfil se modificou e a contaminação do <strong>vírus HIV</strong> se interiorizou, atingindo todas as classes sociais e ambos os sexos.</p>
<p>De acordo com o último levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde, o número de casos de Aids registrados em 10 anos no Brasil dobrou nos municípios pequenos e caiu nos grandes centros urbanos. Este dado indica que a doença está cada vez mais se interiorizando. Entre 1997 e 2007, o número de casos registrados nos centro urbanos, que acumulam 52% das notificações do país, reduziu em 15%. Paralelamente, nos municípios com menos de 50 mil habitantes, o número de notificações dobrou.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 1980 até junho de 2009, já foram registrados 544.846 casos de Aids no Brasil. Neste período, ocorreram 217.091 mortes em decorrência da doença. Como há subnotificação, já que há pessoas infectadas com o vírus e não sabem, estima-se que 630 mil pessoas são portadoras do vírus HIV no país. De acordo com o levantamento, são notificados anualmente entre 33 mil e 35 mil novos casos de Aids no país.</p>
<p>A AIDS é uma doença que se manifesta em pessoas que adquiriram o vírus HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). Também conhecida como Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Sida), a doença fragiliza o sistema imunológico, dificultando a proteção diversos microorganismos, como bactérias, protozoários, vírus e etc.</p>
<p>O enfraquecimento das defesas do organismo contribui para que a pessoa infectada pelo vírus HIV adquira uma série de doenças que são chamadas de doenças oportunistas. Elas podem aparecer diversas vezes e até mesmo simultaneamente. Diferente do que muitos pensam, não é a AIDS que provoca a morte do indivíduo e sim as doenças oportunistas. Já que o organismo não está forte suficiente para se defender sozinho, as infecções trazem sérios riscos à saúde do portador de AIDS.</p>
<p>É importante destacar que ter o vírus HIV não significa que a pessoa tenha AIDS. A presença do vírus HIV indica que, no sangue, foram detectados anticorpos contra o vírus. Em todo o mundo, há milhares de pessoas soropositivas que vivem durante anos sem desenvolver a doença. Porém, mesmo sem manifestar a doença, elas podem transmitir o vírus para outras pessoas.</p>
<p>Para saber um pouco mais sobre a doença, basta acessar o site Aids/HIV (http://www.aidshiv.com.br/). Lá você encontrar informações sobre o que é a doença, modos de transmissão, prevenção, sintomas, diagnostico, tratamento, além de ficar por dentro das principais notícias e estudos sobre o assunto.</p>
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		<title>USP cria papel que faz diagnóstico de HIV em 30 minutos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[06 de abril de 2010 &#8211; 15:28 Custo do exame não passa de R$ 0,10 Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, estão desenvolvendo uma nova técnica para análise de exames. Um papel  é colocado sobre uma gota de urina ou de sangue e, em segundos, ganha uma nova coloração, permitindo a identificação [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/usp-cria-papel-que-faz-diagnostico-de-hiv-em-30-minutos/">USP cria papel que faz diagnóstico de HIV em 30 minutos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<h4>06 de abril de 2010        &#8211;         15:28</h4>
<h4>Custo do exame não passa de R$ 0,10</h4>
<p>Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos, estão desenvolvendo uma nova técnica para análise de exames. Um papel  é colocado sobre uma gota de urina ou de sangue e, em segundos, ganha uma nova coloração, permitindo a identificação de alterações no organismo.</p>
<p>O método, semelhante ao utilizado nos testes de gravidez, pode ser usado em exames de níveis de glicose, de proteínas, problemas renais e até o <strong>vírus HIV</strong>.</p>
<p>A principal vantagem é que o resultado fica pronto em no máximo 30 minutos, o que é essencial para lugares distantes e de difícil acesso. &#8220;Você não precisa de um médico, um biólogo, um bioquímico, um farmacêutico no meio do sertão para fazer o teste&#8221;, disse o pesquisador da USP, Emanoel Carrilho.</p>
<p>O método, que tem custo inferior a R$ 0,10 por exame, será testado em um projeto piloto na região Nordeste.</p>
<p>Os pesquisadores pretendem desenvolver uma nova tecnologia para que o aparelho celular seja capaz de fazer a leitura do resultado dos exames.</p>
<p>Fonte: Rede Bom Dia</p>
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		<title>A odontologia e o atendimento aos pacientes com Aids e outras DST no Município de São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prevenção da AIDS]]></category>
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		<description><![CDATA[A epidemia de aids completa três décadas, e junto com ela, ocorreram muitas conquistas e muitas perdas, e ainda respostas à epidemia que mexeram com aspectos sociais, culturais, crenças religiosas e verdades científicas. A luta contra a aids está longe do fim. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 40 milhões de pessoas [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/a-odontologia-e-o-atendimento-aos-pacientes-com-aids-e-outras-dst-no-municipio-de-sao-paulo/">A odontologia e o atendimento aos pacientes com Aids e outras DST no Município de São Paulo</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A epidemia de aids completa três décadas, e junto com ela, ocorreram muitas conquistas e muitas perdas, e ainda respostas à epidemia que mexeram com aspectos sociais, culturais, crenças religiosas e verdades científicas.</p>
<p>A luta contra a aids está longe do fim. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 40 milhões de pessoas estejam infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana no mundo e que 16 mil novas infecções ocorrem a cada dia, sendo a quarta causa de morte no mundo. Tal mortalidade vem caindo significativamente em função das terapias antirretrovirais existentes atualmente e da adesão a essas terapias.</p>
<p>Desde o início da epidemia, a aids vem sofrendo mudanças importantes. O primeiro ciclo foi caracterizado pela infecção majoritária de homossexuais ou bissexuais masculinos (HSH). O segundo, marcado pelo incremento significativo da categoria usuário de droga injetável (UDI), e da heterossexualização da epidemia (HET). No terceiro, observamos um avanço acentuado de transmissão heterossexual, e o crescimento nos casos de mulheres soropositivas, e em consequência a ocorrência da transmissão vertical. No atual momento da epidemia, assiste-se um avanço da aids nos adolescentes iniciando sexualmente e principalmente na terceira idade.</p>
<p>No começo da epidemia, os pacientes muitas vezes não viviam mais do que dois anos após desenvolver a doença. Atualmente ao estudar o modo como o vírus ataca as células imunológicas, os cientistas desenvolveram categorias de drogas que evitam a multiplicação do <strong>vírus HIV</strong> que usadas em combinações conhecidas como “coquetel”, ajudam os pacientes a viverem por um período maior de tempo e com melhor qualidade de vida.</p>
<p>As manifestações bucais da infecção pelo HIV são frequentes e podem representar os primeiros sinais clínicos da doença. Podem ser indicadoras de comprometimento imunológico, minimizando o tempo de evolução da doença até a fase de aids. Desde o início da epidemia, muitas manifestações bucais foram relacionadas à infecção pelo HIV. Diversos autores relatam que o estudo dessas manifestações bucais são fundamentais para auxiliar o entendimento da epidemiologia da aids.</p>
<p>Com o início da terapia antirretroviral altamente potente (HAART), pesquisadores verificaram a redução acentuada na ocorrência de infecções oportunistas, mas outras manifestações e complicações, relacionados aos efeitos adversos causados pela HAART, tornaram-se muito frequentes, sendo as sialolitíases, as xerostomias, aumento volumétrico da parótida, os líquen planos, as pigmentações mucosas medicamentosas, as mucoceles, as rânulas, e os hemangiomas.</p>
<p>Ocorrem ainda alterações metabólicas importantes como o diabetes mellitus, do trabeculado ósseo, e da lipodistrofia, conjunto esse de alterações denominado síndrome lipodistrofia, e a odontologia se faz presente a todo momento diagnosticando, intervindo preventivamente e no tratamento reparador desses pacientes.</p>
<p>Mesmo assim, ainda as manifestações bucais podem representar os primeiros sinais clínicos da doença, sendo indicadoras de comprometimento imunológico, do tempo de evolução da doença, como marcadores de infecção, como avaliadores da adesão dos pacientes aos esquemas terapêuticos, do diagnóstico precoce das infecções e indicadores da falência terapêutica.</p>
<p>Além da aids, muitas outras doenças sexualmente transmissíveis proliferam desordenadamente, e segundo a OMS existem 340 milhões de casos no mundo, sendo registrados 685 mil casos diariamente.</p>
<p>Outros tantos milhões de DST não curáveis, ocorrem anualmente, como o Herpes genital e oral (HSV-2), o Papiloma Vírus Humano (HPV), a Sífilis, a Tuberculose, as Hepatites, e todas com repercussões na cavidade bucal. Só 200 mil casos são notificados por ano no Brasil.</p>
<p>As DST de notificação compulsória são aids, HIV na gestante/criança exposta, sífilis na gestação e sífilis congênita. Para as outras DST não há um sistema de notificação, dificultando a sua visibilidade. As DST funcionam como co-fator para transmissão do HIV, sendo que as úlceras orais e genitais facilitam e aumentam em 4,7 vezes a infecção, a gonorréia em 4,7 vezes, o herpes em 3,3 vezes, e a sífilis em 3 vezes. Importante ressaltar que o HPV é um importante facilitador em 3,7 vezes, e comprovadamente hoje ele é um dos grandes responsáveis pelo câncer em cavidade bucal, pois os pares 16 e 18 diagnosticados como responsáveis pelo câncer de colo de útero são os mesmos.</p>
<p>O cirurgião dentista tem um papel importante no diagnóstico das manifestações oportunistas, na descrição clínica do paciente e no diagnóstico da infecção pelo HIV. Para tanto, deve o cirurgião dentista estar treinado e capacitado sobre as intercorrências dessas patologias, sabendo diagnosticá-las e tratá-las a contento.<br />
Devemos ressaltar a importância vital que o Programa Municipal em DST/Aids, tem, junto aos Serviços de Saúde, pois com os seus 15 Centros de Atendimentos Especializados, compõem também no seu quadro de recursos humanos, cirurgiões dentistas.</p>
<p>A coordenadora do Programa DST/Aids do Município de São Paulo, Maria Cristina Abbate, preocupada em melhorar as condições do atendimento odontológico a esses pacientes investiu em educação permanente, capacitandos-os, treinandos-os, e na aquisição de consultórios novos totalmente equipados para todos os serviços, permitindo um inestimável acesso à integração de todos os serviços no diagnóstico e tratamento desses pacientes, sem distinção das diferenças sociais, das adversidades, dos preconceitos banais, dos medos, dos estigmas, dessa comunidade tão carente de atendimento, vivenciando assim experiências grandiosíssimas no campo da saúde compreendendo todos os setores e a interligação entre todas as especialidades inclusive a odontologia, visto que o Programa a qual referimos, tem hoje um inquestionável atendimento por excelência.</p>
<p>A meta atual do programa é a confecção de próteses bucais (totais e parciais) atendendo a reposição dos elementos dentais a todos os pacientes, principalmente os acometidos pelos efeitos adversos da HAART (lipodistrofia facial) melhorando as condições da fonética, da alimentação e de estética desses pacientes.</p>
<p>Hoje, o serviço de odontologia apresenta pesquisas em vários congressos nacionais e internacionais, inclusive no III Congresso dos Países de Língua Portuguesa em DST/Aids, que aconteceu em Lisboa – Portugal, em março de 2010.</p>
<p>A atuação direta junto a estes grupos de trabalho surtiu importantes frutos na área do conhecimento, sendo esses conhecimentos aplicados com a finalidade da promoção da saúde, bem estar e melhorias na qualidade de vida, frente aos sofrimentos humanos.</p>
<p><strong>Dr. Elcio Magdalena Giovani é cirurgião dentista da unidade Butantã do Serviço de Atendimento de Assistência Especializada em DST/Aids da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.</strong></p>
<p><strong>Fonte: Agência de Notícias da Aids<br />
</strong></p>
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