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	<title>AIDS &#124; HIV – Saiba tudo sobre os sintomas &#187; teste</title>
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	<description>Conheça os sintomas do HIV e entenda como acontece a transmissão da AIDS. Aprenda o que é a AIDS e como se prevenir.  Tire suas principais dúvidas sobre a doença.</description>
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		<title>Pílula pode reduzir risco de contaminação por HIV</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 13:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ésper Kallás é médico, professor de Imunologia Clínica e Alergia da Universidade de São Paulo. Em novembro de 2010, um estudo divulgado no The New England Journal of Medicine, uma dos mais conceituadas publicações na área de pesquisa médica, revelou uma das maiores promessas para o combate à transmissão do HIV: uma pílula que reduz [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/pilula-pode-reduzir-risco-de-contaminacao-por-hiv/">Pílula pode reduzir risco de contaminação por HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/pilulas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-650" title="pilulas" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/pilulas.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Ésper Kallás é médico, professor de Imunologia Clínica e Alergia da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Em novembro de 2010, um estudo divulgado no <em>The New England Journal of Medicine</em>,  uma dos mais conceituadas publicações na área de pesquisa médica,  revelou uma das maiores promessas para o combate à transmissão do HIV:  uma pílula que reduz em 43,75% o risco de contaminação pelo vírus da  Aids.</p>
<p>Equipes do Peru, Equador, África do Sul, Estados Unidos,  Tailândia e Brasil acompanharam 2.499 homens e transexuais femininos que  mantinham relações sexuais com outros homens e tinham perfil de alto  risco. Durante dois anos e meio, metade tomou o Truvada, uma pílula  composta por dois medicamentos usados nos coquetéis para tratamento de  Aids, e metade tomou um placebo. No final do estudo, no grupo que tomou  placebo, havia 64 infectados e. no que recebeu Truvada, 36 infectados.</p>
<p>O  infectologista Ésper Kallás, integrante da equipe brasileira que  participou da pesquisa, falou ao site do Dr. Drauzio Varella sobre as  perspectivas para os métodos de prevenção contra a Aids a partir dos  resultados obtidos nesse estudo.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Por que o estudo foi conduzido somente com homens homossexuais?</em></p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Porque a agenda de pesquisa de profilaxia para exposição  ao HIV  começou com mulheres. Na verdade, os primeiros trabalhos concebidos  nesse sentido foram realizados no Camboja e em alguns países da África,  sempre envolvendo homens heterossexuais ou mulheres. Os homens  homossexuais estavam fora dessa agenda de pesquisa. Como os homens que  têm múltiplos parceiros, especialmente os que praticam sexo com  travestis e transexuais femininos, constituem um grupo muito vulnerável à  doença, consideramos boa ideia expandir a agenda de pesquisa para esse  grupo.</p>
<p><strong>Site DV </strong><em>– Não se faziam pesquisas incluindo esse grupo de homossexuais</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Pesquisas que envolviam homens homossexuais enfrentaram problemas.  Algumas foram interrompidas; outras retardaram a divulgação dos  resultados, pois até o momento não foram concluídas. Por isso, o estudo  em questão acabou ganhando destaque.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>É comum as pesquisas verificarem os efeitos preventivos de medicamentos que já são usados no tratamento das doenças</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>-  Essa foi a primeira vez que se empregou o uso de medicamentos  preventivos contra a transmissão sexual consensual. Remédios desse tipo  são usados, há muitos anos, em outras circunstâncias. Por exemplo, para  prevenir a transmissão vertical do HIV durante a gestação, para evitar  que uma enfermeira seja infectada acidentalmente com material  contaminado, nos casos de estupro, ou quando casais em que um é  soropositivo e outro é negativo mantiveram uma relação com penetração e  sem preservativo. Esses casos preenchem os critérios padronizados pelo  Ministério da Saúde para distribuição do que se chama de profilaxia  pós-exposição. Entretanto, é a primeira vez que um estudo demonstra a  proteção com o uso de remédios antes de a pessoa se expor a uma relação  sexual.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Segundo o relatório do  estudo, parte dos indivíduos analisados tomava a pílula de forma  irregular. Isso significa que a eficácia do comprimido pode ser ainda  maior</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>– A eficácia é tanto maior<strong>,</strong> quanto melhor a pessoa seguir a prescrição. Verificamos o que se chama  de plausibilidade biológica, ou seja, quanto mais corretamente o  indivíduo tomar a medicação, melhor é o efeito do remédio. No geral,  houve uma redução de 44% na infecção pelo HIV, mas naqueles que tomaram  mais de 90% dos comprimidos, a redução chegou a 73%.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Quando  foram divulgados os primeiros resultados da pesquisa com a vacina  RV144, a proteção anunciada era de 31%. Posteriormente, esse número foi  revisado e reduzido para 26%. Algo semelhante pode acontecer no caso do  Truvada?</em></p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>– A pesquisa do RV144  foi realizada na Tailândia e, durante o estudo, oefeito de proteção foi  considerado muito modesto. Em uma sub-análise, o efeito observado foi de  até 60% no primeiro ano, mas depois caiu. No momento, está sob  investigação para verificar a possibilidade de fazer outra combinação de  vacinas a fim de atingir um resultado melhor. Já o remédio do nosso  estudo demonstrou ser eficiente, enquanto o indivíduo usar.</p>
<p><strong>Site DV </strong>–<em>Quando  um indivíduo relatava que havia se exposto ao vírus, era encaminhado  para exame e tratamentos pós-exposição. Tais medidas não podem ter  diminuído o número de infectados e influenciado o resultado</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  É obrigatório adotar sempre o que há de melhor na norma vigente, que é a  seguinte: se uma pessoa se expôs ao vírus, é candidata a receber  profilaxia pós-exposição. Metade dos participantes estava tomando  placebo, então não se podia privá-las de receber um remédio após  exposição confirmada de risco ou de altíssimo risco. Por isso, em tais  circunstâncias, a pessoa saía do estudo, recebia o melhor remédio  disponível e depois voltava para o estudo.</p>
<p><strong>Site DV</strong> – <em>Os medicamentos que compõem o comprimido fazem parte do coquetel oferecido pelo SUS?</em></p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Eles fazem parte do coquetel oferecido em muitos países. No Brasil, a  entricitabina tem um equivalente genérico muito mais barato. Por isso, o  programa brasileiro não investiu na sua compra. Já o tenofovir, que  completa a pílula, é um dos remédios mais usados no coquetel para  pacientes que vivem no Brasil.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>O remédio em estudo seria de alto custo</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  É uma questão que vai para o lado da saúde pública de forma geral e das  políticas de assistência à saúde. A execução de determinado  investimento depende do benefício que se tem como retorno. Nós só  teremos a resposta sobre esse custo-benefício depois que concluirmos a  próxima etapa do estudo.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Quais são os próximos passos</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Esse é um estudo cujo resultado vale em situações de pesquisa muito  controladas. Os voluntários faziam teste todos os meses, recebiam  aconselhamento pré e pós-teste, faziam exames para DST, recebiam  preservativos, géis e orientação para a prática de sexo seguro. Tal  conduta representa o que se tem de melhor em profilaxia.</p>
<p>O que  ainda precisamos saber, no entanto, é se o que vimos nesse estudo pode  ser transposto para situações em que a pessoa conta somente com os  cuidados do dia a dia. Essa é a próxima etapa do trabalho. Se nós, ou  outros grupos, demonstrarmos que é possível manter esse tipo de proteção  em situações do cotidiano, acho que essa intervenção tem muita chance  de ser adotada pela saúde pública para os grupos de pessoas de alta  vulnerabilidade.</p>
<p>Fonte: Drauziovarela.com.br</p>
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		<title>Gestantes podem ter acesso facilitado a teste do HIV</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 20:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O acesso das gestantes aos testes de HIV de forma rápida, gratuita e  precoce pode ser ampliado em Porto Alegre. Um projeto aprovado na Câmara  de Vereadores cria uma política municipal para a proteção da gestante e  do feto e à prevenção da transmissão do HIV. O Sindicato Médico do Rio  Grande do Sul (Simers) aprova e defende que outras medidas sejam  implementadas para resolver questões como dificuldade do acesso e demora  para a realização dos exames.</p>
<p>A Câmara aprovou na  quarta-feira um projeto de lei que institui o Programa de Diagnóstico  Precoce do Vírus da Imunodeficiência Humana. O projeto define que o  município disponibilize às gestantes testes rápidos para diagnóstico de  HIV na primeira consulta pré-natal, além de realizar campanhas  educativas sobre a importância dos exames preventivos. &#8220;O projeto trata a  questão como política pública, não dependendo do gestor de ocasião.</p>
<p>Além  disso, descentraliza o exame&#8221;, explica o vereador Dr. Thiago Duarte  (PDT), autor do projeto junto com Bernardino Vendrusculo (PMDB). &#8220;Hoje, a  paciente não faz o exame porque não tem acesso. Se faz, o resultado  demora e o tratamento é tardio.&#8221;</p>
<p>Com a aprovação, Porto Alegre  passaria a ter oito Unidades Básicas de Saúde (UBS) aptas a realizar o  teste rápido de HIV. O projeto ainda tem de ser aprovado pela  prefeitura. Conforme o vereador Duarte, o orçamento do município para o  próximo ano já conta com cerca de R$ 1 milhão que pode ser aplicado  nesta política.</p>
<p>O teste rápido já é realizado em hospitais e  em centros de orientação e apoio sorológico (Coas). A secretária-geral  do Simers, Ana Maria Martins, destaca que o diagnóstico precoce permite  aos médicos atender às gestantes e iniciar o tratamento com os  recém-nascidos no primeiro dia. No Hospital Conceição, instituição onde  trabalha, 98% das crianças não se contaminam.</p>
<p>A médica  comemora a aprovação do projeto e defende que ele seja ampliado. &#8220;Já é  um avanço transformar a prática em política pública, mas o que  precisávamos era ampliar o acesso ao exame não apenas para as gestantes,  mas para os companheiros&#8221;, destaca. Ela lembra que os hospitais devem  também realizar o exame no dia do parto.</p>
<p>Fonte: Jornal do Comércio</p>
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		<title>Portaria do MTE proíbe empresas de exigirem teste de HIV do trabalhador</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 17:53:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, publicou nesta segunda-feira (31) portaria que proíbe as empresas de exigirem do trabalhador a realização do teste de HIV para contratação. De acordo com a portaria, o teste de HIV não é permitido, de forma direta e indireta, em exames médicos para admissão, mudança de função, avaliação [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/portaria-do-mte-proibe-empresas-de-exigirem-teste-de-hiv-do-trabalhador/">Portaria do MTE proíbe empresas de exigirem teste de HIV do trabalhador</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/06/teste-hiv.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-395" title="teste hiv" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/06/teste-hiv-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>O Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, publicou nesta segunda-feira (31) portaria que proíbe as empresas de exigirem do trabalhador a realização do teste de HIV para contratação.</p>
<p>De acordo com a portaria, o teste de HIV não é permitido, de forma direta e indireta, em exames médicos para admissão, mudança de função, avaliação periódica, retorno, demissão ou outros ligados à relação de emprego.</p>
<p>O advogado trabalhista Alan Balaban Sasson afirma que a prática de pedir o exame é discriminatória e, por isso, já é proibida pela Constituição Federal, porém, a portaria enfatiza essa proibição. &#8220;O ministério demonstra que está de olho na questão&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo ele, a medida aumenta a fiscalização do ministério nas empresas em relação ao assunto.</p>
<p><strong>Portaria</strong><br />
A portaria é a 1.246, de 28 de maio de 2010, e foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda &#8211; 3/05/2010 (<a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=89&amp;data=31/05/2010" target="_blank">leia aqui</a>).</p>
<p>O texto toma como base a Lei 9.029, de 13 de abril de 1995, que proíbe a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para o acesso ou manutenção do emprego.</p>
<p>A portaria estimula que trabalhadores, quando necessário, façam o teste sem vínculo com o trabalho e resguardem a privacidade em relação ao resultado.</p>
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		<title>Em dois dias, 474 pessoas fazem testes gratuitos de HIV na Paulista</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 17:51:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os técnicos do programa de testes anti-HIV, uma ação itinerante que já passou por vários bairros da cidade, esperavam atender 400 pessoas nos três dias de atendimento. “A facilidade de acesso ao local dos exames motivou as pessoas a participarem”, acredita a biomédica Márcia Terezinha Fernandes.”Por isso, realizamos mais testes do que esperávamos”. O programa [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/em-dois-dias-474-pessoas-fazem-testes-gratuitos-de-hiv-na-paulista/">Em dois dias, 474 pessoas fazem testes gratuitos de HIV na Paulista</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os técnicos do programa de testes anti-HIV, uma ação itinerante que já passou por vários bairros da cidade, esperavam atender 400 pessoas nos três dias de atendimento. “A facilidade de acesso ao local dos exames motivou as pessoas a participarem”, acredita a biomédica Márcia Terezinha Fernandes.”Por isso, realizamos mais testes do que esperávamos”.</p>
<p>O programa faz parte de uma iniciativa é do Shopping Center 3 em parceria com os programas municipal e estadual de DST/aids de São Paulo e Tedd Albuquerque Produção Cultural. A proposta é levar os testes rápidos de HIV mais próximos de onde estão as pessoas.</p>
<p>“Essa é uma oportunidade de as pessoas cuidarem da saúde e tirarem dúvidas sobre doenças sexualmente transmissíveis”, afirmou a operadora de caixa Andressa Luciana (22). Ela explicou que fez o teste pela primeira vez e por curiosidade.</p>
<p>Já o ajudante geral Jhonatas Lourenço (19) disse à <strong>Agência Aids</strong> que considera esse tipo de ação importante. “Boa parte da população não tem coragem de pedir um exame de HIV para o médico, o que pode dificultar o diagnóstico precoce.” Jhonatas também fez o exame pela primeira vez.</p>
<p>O diagnóstico precoce do HIV é importante para garantir a qualidade de vida dos soropositivos. Dados da vigilância epidemiológica do Estado indicam que 50% dos óbitos decorrentes da aids estão relacionados ao diagnóstico tardio da infecção.</p>
<p><strong>Dúvidas</strong></p>
<p>Além do teste, que dura em média 15 minutos entre a coleta do exame e o resultado, todas as pessoas passam por aconselhamento psicológico. Nesse momento, as pessoas podem tirar dúvidas sobre as DSTs/aids.</p>
<p>A assessora técnica do Programa Municipal, Marina Gonçalves, que também faz o aconselhamento, afirmou que uma das perguntas mais freqüentes é sobre a forma de transmissão do HIV. “As pessoas duvidam que o vírus pode ser transmitido via sexo oral”, disse ela. “E pode”.</p>
<p>Outra dúvida freqüente, segundo Marina, é sobre a influência da vacina H1N1 no resultado de testes anti-HIV. Em alguns casos, pode haver resultado falso positivo até 112 dias após a vacinação.<br />
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), isso acontece porque a vacina aumenta a produção de um anticorpo, o que pode alterar o resultado do exame. Nesses casos, o Ministério da Saúde recomenda que a rede pública de saúde faça a contraprova por meio de outro tipo de exame.</p>
<p>Fonte: Agência Aids de Noticias</p>
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		<title>Realização de mais exames de HIV reduziria mortes, dizem especialistas</title>
		<link>http://www.aidshiv.com.br/realizacao-de-mais-exames-de-hiv-reduziria-mortes-dizem-especialistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[19/04/2010 06h57 Ministério da Saúde ofereceu 7,4 milhões de testes em 2009. Ainda assim, estima-se que 255 mil tenham vírus e não saibam. Se os números seguirem a tendência da última década, em 2010 pelo menos 11 mil brasileiros vão morrer por causa da Aids. O país é considerado um lugar onde a doença é [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/realizacao-de-mais-exames-de-hiv-reduziria-mortes-dizem-especialistas/">Realização de mais exames de HIV reduziria mortes, dizem especialistas</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><abbr>19/04/2010 06h57</abbr></p>
<p>Ministério da Saúde ofereceu 7,4 milhões de testes em 2009. Ainda assim, estima-se que 255 mil tenham vírus e não saibam.</p>
<p>Se os números seguirem a tendência da última década, em 2010 pelo menos 11 mil brasileiros vão morrer por causa da <strong>Aids</strong>. O país é considerado um lugar onde a doença é bem controlada, mas desde o final da década de 1990, quando houve uma redução drástica nas mortes por causa da introdução de novos medicamentos, os casos de morte vêm subindo lentamente.</p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/04/2010-02-05_brasil-participa-de-campanha-mundial-contra-a-aids_gg.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-228" title="2010-02-05_brasil-participa-de-campanha-mundial-contra-a-aids_gg" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/04/2010-02-05_brasil-participa-de-campanha-mundial-contra-a-aids_gg.jpg" alt="" width="409" height="256" /></a></p>
<p>Para o médico infectologista Esper Kallás, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP, menos pessoas poderiam morrer se fizessem mais cedo o exame para detectar HIV, o vírus causador da Aids. &#8220;De cada cem pessoas que fazem o diagnóstico, 16 morrem no primeiro ano&#8221;, afirma. O problema, segundo o médico, é que a descoberta da infecção é feita muito tarde, quando doenças graves já se instalaram por causa da baixa imunidade causada pela Aids.</p>
<p>O Ministério da Saúde confirma que esse é um dos maiores desafios no combate à doença. &#8220;Estimamos que 255 mil pessoas tenham HIV no Brasil e não saibam. Essas pessoas estão em todas as faixas da população: pobres e ricos, homens e mulheres, gays e heterossexuais&#8221;, informa o diretor adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa. Inicialmente, o G1 informou, erroneamente, que o número seria de 255 mil pessoas.</p>
<p><strong>Infecções oportunistas</strong><br />
Segundo o cínico-geral Teodoro Suffert, muitas pessoas acabam descobrindo que têm a doença por causa de uma infecção oportunista. &#8220;Pode ser tuberculose, emagrecimento, diarreia crônica. A forma de apresentação é variável&#8221;, conta o médico, que há 17 anos atende pacientes com HIV na rede pública de Porto Alegre, a capital brasileira com a maior incidência de infecção pelo vírus.</p>
<p>Um dos fatores que contribui para que pessoas fujam do exame é o preconceito contra portadores de HIV, defende Jorge Beloqui, da ONG Grupo de Incentivo à Vida, em São Paulo, que luta pelos direitos dos soropositivos.</p>
<p>&#8220;Você tem que ter uma boa estrutura psíquica para ser capaz de fazer esse exame e encarar um resultado positivo. Conhecemos várias pessoas que tinham <strong>sintomas </strong>importantes [de AIDS] e não queriam fazer&#8221;, relata.</p>
<p>O médico da USP concorda. &#8220;A carga social relacionada ao <strong>diagnóstico de HIV </strong>no Brasil ainda é muito grande. A chance de alguém pegar hepatite B, por exemplo, é maior do que a de pegar HIV, mas ninguém tem medo de fazer teste de hepatite B.&#8221;</p>
<p><strong>Testes rápidos</strong><br />
Os testes de HIV são gratuitos. Segundo o Ministério da Saúde, em 2008 foram feitos 6,4 milhões desses exames no país. Em 2009, o número subiu para 7,4 milhões. &#8220;Quarenta por cento da população sexualmente ativa já fez o teste uma vez na vida. O ideal é que todas as pessoas que estejam em situação de vulnerabilidade possam se testar, diz Eduardo Barbosa.</p>
<p>O aumento se deve principalmente à introdução de testes rápidos, em que o paciente pode saber o resultado em cerca de 30 minutos. Eles já representam um terço do total de exames e, segundo o ministério, são tão confiáveis quanto os testes tradicionais conhecidos como &#8220;Elisa&#8221;, em que as pessoas demoram até 15 dias para saber se têm HIV.</p>
<p>De acordo com Barbosa, em ambos os exames há um acompanhamento psicológico para o paciente. &#8220;Fazemos um pré-aconselhamento, que explica como é o teste e o que vem após ele. No momento da entrega tem o pós-aconselhamento. Se o resultado é negativo explicamos que a pessoa não deve se expor novamente. Se é positivo aconselhamos o começo de um tratamento.&#8221;</p>
<p><strong>Remédios</strong><br />
Ainda que as pessoas saibam que têm HIV, nem todos conseguem ou estão dispostos a fazer o tratamento com medicamentos antirretrovirais, e esse é um outro problema que faz aumentar o número de mortes por Aids no Brasil, segundo os especialistas ouvidos pelo G1.</p>
<p>Esses remédios, que começaram a ser distribuídos gratuitamente no Brasil em 1996, revolucionaram o tratamento da doença. Em dois anos, a taxa de mortalidade da Aids foi estabilizada (veja gráfico acima), apesar do número de casos continuar subindo.</p>
<p>O medicamento diminui a quantidade de vírus no sangue, reduzindo também o risco transmissão. &#8220;Se uma pessoa tem quase nenhum vírus no sangue, existe um risco teórico de contaminação, mas é muito próximo de zero. Se você conseguisse tratar todo mundo com sucesso, bloquearia a transmissão&#8221;, informa Kallás, da USP.</p>
<p>Resistência<br />
O infectologista aponta, contudo, que muitas pessoas não conseguem fazer o tratamento, apesar do acesso gratuito aos remédios. &#8220;São moradores de rua, doentes mentais, dependentes químicos, pessoas que têm uma situação social muito desprivilegiada.&#8221;</p>
<p>Para o médico Teodoro Suffert, do Rio Grande do Sul, muitos não tomam o remédio porque entram em depressão depois que descobrem a doença. &#8220;Os serviços que atendem Aids tinham que ter como sala principal a do psiquiatra&#8221;, defende.</p>
<p>&#8220;Também tem muita gente que tem aversão à medicação. Isso foi visto recentemente na vacinação contra a nova gripe. Uma dificuldade óbvia de se tomar remédios contra a Aids é que isso concretiza, realiza o fato de que a pessoa precisa de tratamento&#8221;, afirma Beloqui, da ONG paulistana.</p>
<p>Ele acrescenta que esse efeito aumenta quando há falta de medicamentos na rede pública de saúde, como está ocorrendo agora com o remédio Abacavir. &#8220;Trocar de medicamento não é simples. Às vezes as pessoas têm efeitos colaterais indesejáveis com novas terapias&#8221;.</p>
<p>Fonte: G1</p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/realizacao-de-mais-exames-de-hiv-reduziria-mortes-dizem-especialistas/">Realização de mais exames de HIV reduziria mortes, dizem especialistas</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Estratégia de fazer teste de HIV nas escolas terá mudanças, mas continuará no Maranhão</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[06/04/2010 &#8211; 12h30 Osvaldina Mota, Coordenadora Estadual de DST/Aids do Maranhão, informa que decisão foi tomada pelo Ministério Público do Estado Mesmo depois de virar polêmica nacional, a estratégia de fornecer o teste rápido de HIV nas escolas para alunos com 15 anos ou mais, sem necessariamente ter o consentimento dos pais, continuará no Estado [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/estrategia-de-fazer-teste-de-hiv-nas-escolas-tera-mudancas-mas-continuara-no-maranhao/">Estratégia de fazer teste de HIV nas escolas terá mudanças, mas continuará no Maranhão</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>06/04/2010 &#8211; 12h30</p>
<p><em>Osvaldina Mota, Coordenadora Estadual de DST/Aids do Maranhão, informa que decisão foi tomada pelo Ministério Público do Estado</em></p>
<p>Mesmo depois de virar polêmica nacional, a estratégia de fornecer o <strong>teste rápido de HIV</strong> nas escolas para alunos com 15 anos ou mais, sem necessariamente ter o consentimento dos pais, continuará no Estado do Maranhão. A informação é da Coordenadora do Programa maranhense de DST/Aids, Osvaldina Mota (foto).</p>
<p>Ela explicou que essa decisão foi tomada no final do mês passado durante uma audiência com o Ministério Público do Estado.</p>
<p>Mota destaca, no entanto, que a estratégia deve sofrer algumas alterações, como limitar o horário da testagem para o final da tarde ou começo da noite, quando a maioria dos alunos tem 15 anos ou mais.</p>
<p>“O teste continuará a ser aplicado só nos centros de ensino que já participam do Programa Saúde e Prevenção das Escolas e por profissionais já capacitados e com experiência nos CTAs (centros de testagem e aconselhamento)”, disse Mota.</p>
<p>O Programa Saúde e Prevenção nas Escolas é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Educação que visa levar à rede pública de ensino discussões sobre sexualidade e prevenção das DST/aids. Na maioria das escolas que fazem parte deste programa, o preservativo é colocado à disposição dos alunos.</p>
<p>Segundo a Coordenadora do Programa de DST/Aids do Maranhão, a ideia de oferecer também o serviço voluntário de testagem para o HIV surgiu com o objetivo principal de aumentar o número de mulheres adolescentes testadas.</p>
<p>“Quando apenas falávamos sobre o teste nas escolas, mas não colocávamos à disposição dos alunos, a procura deles nos centros de testagem era muito baixa”, comentou. “Foi quando por pedido dos próprios professores dessas escolas, decidimos levar o teste até os alunos”, acrescentou.</p>
<p>Trezentos alunos da rede pública de ensino do Maranhão participaram da testagem rápido para o HIV, mas nenhum resultado foi positivo.</p>
<p>Hoje, este serviço está provisoriamente suspenso, mas segundo Mota, retornará em breve.</p>
<p>A coordenadora disse que as mudanças no projeto serão apresentadas no começo de maio durante uma segunda audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado.</p>
<p><strong>Entenda a polêmica</strong></p>
<p>No começo de fevereiro, o governo do Maranhão começou a fazer testes de diagnóstico rápido de HIV em alunos do ensino médio, a partir de 15 anos, de escolas públicas de São Luís, sem pedir autorização aos pais.</p>
<p>Os testes foram feitos no horário letivo e o resultado, entregue na própria escola, diretamente ao aluno, em 15 minutos.</p>
<p>A medida foi criticada porque excluía os pais do processo e dava margem à exposição do aluno. Dias depois, a iniciativa foi suspensa pela Secretaria de Saúde.</p>
<p>A coordenadora executiva do Fórum Maranhense de Organizações Não Governamentais de Enfrentamento e Luta contra as DSTs e Aids, Lúcia de Azevedo Pacheco, criticou a disponibilização de testes nas escolas.</p>
<p>“O recomendado é orientar os jovens com ações de prevenção, como bate-papo sobre educação sexual, distribuição de camisinhas e não a realização de testes rápidos”, disse Pacheco.</p>
<p>Em São Paulo, o Coordenador da Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada, José Araújo Lima Filho, considerou a iniciativa “irresponsável e inconsequente”.</p>
<p>“Isso é tão absurdo que fica difícil de acreditar que seja verdade. Está na hora do Departamento de DST/Aids (e Hepatites Virais do Ministério da Saúde) orientar melhor as ações estaduais e reprovar atos como esse”, comentou.</p>
<p>Lima Filho, experiente em trabalhos com crianças e adolescentes vivendo com HIV, ressaltou que a testagem nas escolas pode trazer “danos irreparáveis na vida de um jovem que receba o resultado positivo, por exemplo”.</p>
<p>Fonte: Agência de Notícias da Aids</p>
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		<title>Pessoas que vivem com tuberculose devem fazer teste de HIV</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 18:28:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[24/03/2010 &#8211; 18h De 2002 para 2008, número de testes de HIV realizados no Brasil subiu de 26,7% do total de pacientes com tuberculose para 48%. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores são as chances de sobrevida dos atingidos pela co-infecção No Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, o Departamento de DST, Aids e [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/pessoas-que-vivem-com-tuberculose-devem-fazer-teste-de-hiv-orienta-departamento-de-dstaidsv/">Pessoas que vivem com tuberculose devem fazer teste de HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>24/03/2010 &#8211; 18h</p>
<p><em><img class="alignleft size-medium wp-image-117" title="tuberculose" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/tuberculose-300x226.jpg" alt="tuberculose" width="300" height="226" />De 2002 para 2008, número de testes de HIV realizados no Brasil subiu de 26,7% do total de pacientes com tuberculose para 48%. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores são as chances de sobrevida dos atingidos pela co-infecção</em></p>
<p>No Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde alerta para o fato de que a doença é a principal causa de morte entre pacientes com HIV/aids no mundo. Dos casos diagnosticados de tuberculose no Brasil, cerca de 10% são de pessoas também infectadas com o HIV. A taxa de mortalidade na co-infecção de HIV e tuberculose é de 20%.</p>
<p>Para reduzir os danos causados aos pacientes, o governo brasileiro tem como estratégia a rápida identificação dos casos de co-infecção. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores as chances de sobrevida. Em 2004, foram ofertados apenas 140 mil testes de HIV. No ano de 2009, o Ministério da Saúde distribuiu 2,448 milhões de testes rápidos à população.</p>
<p>A conseqüência da política de ampliação ao acesso é que em 2002 apenas 26,7% dos pacientes com tuberculose haviam feito o teste de HIV. Em 2008, este percentual subiu para 48%. Na análise dos dados referentes aos estados, verifica-se em todas as regiões do país o aumento no número de testes realizados.</p>
<p>Fonte:  Agência de Notícias da Aids</p>
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		<title>SC: teste errado faz mulher pensar por 6 anos que tem aids</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 18:48:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[13 de março de 2010 • 09h35 Em 2003 um teste indicou que Maria Gonçalves, moradora de Guabiruba (SC), então grávida e com 30 anos, tinha o vírus HIV, causador da Aids. Após pensar em suicídio, ter depressão e engordar mais 40 kg, Maria, em outubro de 2009, fez outro exame que indicou que, na [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/sc-teste-errado-faz-mulher-pensar-por-6-anos-que-tem-aids/">SC: teste errado faz mulher pensar por 6 anos que tem aids</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>13 de março de 2010 • 09h35</p>
<p>Em 2003 um teste indicou que Maria Gonçalves, moradora de Guabiruba (SC), então grávida e com 30 anos, tinha o vírus HIV, causador da Aids. Após pensar em suicídio, ter depressão e engordar mais 40 kg, Maria, em outubro de 2009, fez outro exame que indicou que, na verdade, ela não tinha a doença. Ela e o marido pretendem agora processar o município de Brusque e o Estado, responsável pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-SC). As informações são do jornal <em>Folha de S.Paulo</em>.</p>
<p>Segundo a reportagem, o marido, após fazer vários testes que não indicaram a presença do HIV, desconfiou que havia sido traído e que a criança não era sua. O jornal diz que Maria se submetia a exames semestrais para verificar a carga viral do HIV, mas todos indicavam que ela estava bem, o que levou um médico a pedir o novo exame, que deu negativo. Ainda de acordo com a reportagem, a secretária de Saúde de Brusque, Maria Aparecida Belli, afirma que o prontuário de Maria aponta que foram usados procedimentos de contraprova no exame. O jornal afirma que os responsáveis pelo Lacen-SC não foram localizados.</p>
<p>Fonte: Terra</p>
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<h1><em>13 de março de 2010 <strong>•</strong> 09h35 </em></h1>
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		<title>Prefeitura de João Pessoa terá que pagar indenização por erro em teste de HIV</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:43:13 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>10/03/2010 &#8211; 14h</p>
<p>O município de João Pessoa foi condenado a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 12 mil para L. L. e R$ 2 mil para seu filho J.L.L.S. por causa de um erro no resultado de um teste de HIV. A decisão foi tomada ontem pela Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade. Em 5 de junho de 2001, L.L. deu entrada na Maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, para dar à luz a J.L.L.S. Contudo, nos exames pré-parto, os médicos diagnosticaram a gestante com o vírus HIV.</p>
<p>L.L. contou que foi isolada na ala de Patologia Clínica sob a alegação de que não poderia manter contato com as demais grávidas. A partir daí, recebeu medicação intravenosa para que o feto não fosse infectado pelo vírus. Enquanto isso, o pai da criança foi submetido a testes particulares onde constatou que não era portador do vírus. Diante do resultado, a médica que atendeu L.L. considerou ineficaz os exames e determinou que um novo fosse realizado na maternidade, sendo que o resultado, desta vez, deu negativo para HIV.</p>
<p>Durante o processo, a prefeitura de João Pessoa alegou que &#8220;a responsabilidade da administração assenta-se no risco administrativo e que, no caso, o hospital Cândida Vargas cumpriu determinação do Ministério da Saúde ministrando medicamentos anti-HIV à gestante e ao recém-nascido&#8221;. O relator foi o juiz Carlos Martins Beltrão Filho que, em seu voto, considerou que os diagnósticos têm limitações e que, mais de 60 fatores diferentes podem causar reação positiva nos testes de HIV, inclusive, uma gripe.</p>
<p>Para o juiz, a médica que atendeu a gestante agiu com imprudência ao ministrar um tratamento sem a confirmação do teste, provocando transtorno psíquico e sequelas a L.L. por causa da medicação aplicada. Por isso, ele concluiu que a administração municipal responde pelos danos causados por seus agentes. A prefeitura pode recorrer da decisão.</p>
<p><strong>Fonte: Diário de Pernambuco</strong></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/prefeitura-de-joao-pessoa-tera-que-pagar-indenizacao-por-erro-em-teste-de-hiv/">Prefeitura de João Pessoa terá que pagar indenização por erro em teste de HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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