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	<title>AIDS &#124; HIV – Saiba tudo sobre os sintomas &#187; pesquisas</title>
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	<description>Conheça os sintomas do HIV e entenda como acontece a transmissão da AIDS. Aprenda o que é a AIDS e como se prevenir.  Tire suas principais dúvidas sobre a doença.</description>
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		<title>Pílula pode reduzir risco de contaminação por HIV</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 13:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ésper Kallás é médico, professor de Imunologia Clínica e Alergia da Universidade de São Paulo. Em novembro de 2010, um estudo divulgado no The New England Journal of Medicine, uma dos mais conceituadas publicações na área de pesquisa médica, revelou uma das maiores promessas para o combate à transmissão do HIV: uma pílula que reduz [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/pilula-pode-reduzir-risco-de-contaminacao-por-hiv/">Pílula pode reduzir risco de contaminação por HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/pilulas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-650" title="pilulas" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/pilulas.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Ésper Kallás é médico, professor de Imunologia Clínica e Alergia da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Em novembro de 2010, um estudo divulgado no <em>The New England Journal of Medicine</em>,  uma dos mais conceituadas publicações na área de pesquisa médica,  revelou uma das maiores promessas para o combate à transmissão do HIV:  uma pílula que reduz em 43,75% o risco de contaminação pelo vírus da  Aids.</p>
<p>Equipes do Peru, Equador, África do Sul, Estados Unidos,  Tailândia e Brasil acompanharam 2.499 homens e transexuais femininos que  mantinham relações sexuais com outros homens e tinham perfil de alto  risco. Durante dois anos e meio, metade tomou o Truvada, uma pílula  composta por dois medicamentos usados nos coquetéis para tratamento de  Aids, e metade tomou um placebo. No final do estudo, no grupo que tomou  placebo, havia 64 infectados e. no que recebeu Truvada, 36 infectados.</p>
<p>O  infectologista Ésper Kallás, integrante da equipe brasileira que  participou da pesquisa, falou ao site do Dr. Drauzio Varella sobre as  perspectivas para os métodos de prevenção contra a Aids a partir dos  resultados obtidos nesse estudo.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Por que o estudo foi conduzido somente com homens homossexuais?</em></p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Porque a agenda de pesquisa de profilaxia para exposição  ao HIV  começou com mulheres. Na verdade, os primeiros trabalhos concebidos  nesse sentido foram realizados no Camboja e em alguns países da África,  sempre envolvendo homens heterossexuais ou mulheres. Os homens  homossexuais estavam fora dessa agenda de pesquisa. Como os homens que  têm múltiplos parceiros, especialmente os que praticam sexo com  travestis e transexuais femininos, constituem um grupo muito vulnerável à  doença, consideramos boa ideia expandir a agenda de pesquisa para esse  grupo.</p>
<p><strong>Site DV </strong><em>– Não se faziam pesquisas incluindo esse grupo de homossexuais</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Pesquisas que envolviam homens homossexuais enfrentaram problemas.  Algumas foram interrompidas; outras retardaram a divulgação dos  resultados, pois até o momento não foram concluídas. Por isso, o estudo  em questão acabou ganhando destaque.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>É comum as pesquisas verificarem os efeitos preventivos de medicamentos que já são usados no tratamento das doenças</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>-  Essa foi a primeira vez que se empregou o uso de medicamentos  preventivos contra a transmissão sexual consensual. Remédios desse tipo  são usados, há muitos anos, em outras circunstâncias. Por exemplo, para  prevenir a transmissão vertical do HIV durante a gestação, para evitar  que uma enfermeira seja infectada acidentalmente com material  contaminado, nos casos de estupro, ou quando casais em que um é  soropositivo e outro é negativo mantiveram uma relação com penetração e  sem preservativo. Esses casos preenchem os critérios padronizados pelo  Ministério da Saúde para distribuição do que se chama de profilaxia  pós-exposição. Entretanto, é a primeira vez que um estudo demonstra a  proteção com o uso de remédios antes de a pessoa se expor a uma relação  sexual.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Segundo o relatório do  estudo, parte dos indivíduos analisados tomava a pílula de forma  irregular. Isso significa que a eficácia do comprimido pode ser ainda  maior</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>– A eficácia é tanto maior<strong>,</strong> quanto melhor a pessoa seguir a prescrição. Verificamos o que se chama  de plausibilidade biológica, ou seja, quanto mais corretamente o  indivíduo tomar a medicação, melhor é o efeito do remédio. No geral,  houve uma redução de 44% na infecção pelo HIV, mas naqueles que tomaram  mais de 90% dos comprimidos, a redução chegou a 73%.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Quando  foram divulgados os primeiros resultados da pesquisa com a vacina  RV144, a proteção anunciada era de 31%. Posteriormente, esse número foi  revisado e reduzido para 26%. Algo semelhante pode acontecer no caso do  Truvada?</em></p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>– A pesquisa do RV144  foi realizada na Tailândia e, durante o estudo, oefeito de proteção foi  considerado muito modesto. Em uma sub-análise, o efeito observado foi de  até 60% no primeiro ano, mas depois caiu. No momento, está sob  investigação para verificar a possibilidade de fazer outra combinação de  vacinas a fim de atingir um resultado melhor. Já o remédio do nosso  estudo demonstrou ser eficiente, enquanto o indivíduo usar.</p>
<p><strong>Site DV </strong>–<em>Quando  um indivíduo relatava que havia se exposto ao vírus, era encaminhado  para exame e tratamentos pós-exposição. Tais medidas não podem ter  diminuído o número de infectados e influenciado o resultado</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  É obrigatório adotar sempre o que há de melhor na norma vigente, que é a  seguinte: se uma pessoa se expôs ao vírus, é candidata a receber  profilaxia pós-exposição. Metade dos participantes estava tomando  placebo, então não se podia privá-las de receber um remédio após  exposição confirmada de risco ou de altíssimo risco. Por isso, em tais  circunstâncias, a pessoa saía do estudo, recebia o melhor remédio  disponível e depois voltava para o estudo.</p>
<p><strong>Site DV</strong> – <em>Os medicamentos que compõem o comprimido fazem parte do coquetel oferecido pelo SUS?</em></p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Eles fazem parte do coquetel oferecido em muitos países. No Brasil, a  entricitabina tem um equivalente genérico muito mais barato. Por isso, o  programa brasileiro não investiu na sua compra. Já o tenofovir, que  completa a pílula, é um dos remédios mais usados no coquetel para  pacientes que vivem no Brasil.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>O remédio em estudo seria de alto custo</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  É uma questão que vai para o lado da saúde pública de forma geral e das  políticas de assistência à saúde. A execução de determinado  investimento depende do benefício que se tem como retorno. Nós só  teremos a resposta sobre esse custo-benefício depois que concluirmos a  próxima etapa do estudo.</p>
<p><strong>Site DV </strong>– <em>Quais são os próximos passos</em>?</p>
<p><strong>Ésper Kallás </strong>–  Esse é um estudo cujo resultado vale em situações de pesquisa muito  controladas. Os voluntários faziam teste todos os meses, recebiam  aconselhamento pré e pós-teste, faziam exames para DST, recebiam  preservativos, géis e orientação para a prática de sexo seguro. Tal  conduta representa o que se tem de melhor em profilaxia.</p>
<p>O que  ainda precisamos saber, no entanto, é se o que vimos nesse estudo pode  ser transposto para situações em que a pessoa conta somente com os  cuidados do dia a dia. Essa é a próxima etapa do trabalho. Se nós, ou  outros grupos, demonstrarmos que é possível manter esse tipo de proteção  em situações do cotidiano, acho que essa intervenção tem muita chance  de ser adotada pela saúde pública para os grupos de pessoas de alta  vulnerabilidade.</p>
<p>Fonte: Drauziovarela.com.br</p>
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		<title>Lógica de filtro anti-spam é utilizada para pesquisa de vacina contra HIV</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 14:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores buscam vacina contra o vírus HIV a partir de modelo teórico usado em filtros antilixo eletrônico Quem começa o dia xingando a quantidade de mensagens indesejadas a entupir a caixa de e-mail encontrou um motivo para se orgulhar do seu lixo eletrônico. Este incômodo diário pode estar ajudando a resolver o maior desafio da [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/logica-de-filtro-anti-spam-e-utilizada-para-pesquisa-de-vacina-contra-hiv/">Lógica de filtro anti-spam é utilizada para pesquisa de vacina contra HIV</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/05/vacinaS.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-385" title="vacinaS" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2010/05/vacinaS-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Pesquisadores buscam vacina contra o vírus HIV a partir de modelo teórico usado em filtros antilixo eletrônico</p>
<p>Quem começa o dia xingando a quantidade de mensagens indesejadas a entupir a caixa de e-mail encontrou um motivo para se orgulhar do seu lixo eletrônico. Este incômodo diário pode estar ajudando a resolver o maior desafio da medicina dos últimos 30 anos. Pesquisadores associados à Microsoft Research, braço da gigante americana de informática para pesquisa científica, trabalham para usar o modelo teórico que possibilita a existência de filtros anti-spam em uma pesquisa na área médica. O objetivo é desenvolver uma vacina contra o vírus HIV.</p>
<p>David Heckerman, diretor sênior do Grupo de Ciência da Microsoft Research,é o coordenador do projeto PhyloD. Doutor em Ciências da Compu¬¬tação e formado em Medicina, ele relata que, a princípio, houve certa desconfiança em relação à premissa inusitada que relacionou e-mails de propaganda com o vírus da Aids. &#8220;Quando comecei as pesquisas sobre HIV, as pessoas di¬¬ziam que o meu objetivo era evitar as mortes causadas pela Aids e, com isso, preservar clientes em potencial para a Microsoft&#8221;, brinca ele. &#8220;Acredito, na verdade, que a informática e a biologia têm conceitos similares que podem ser intercambiáveis&#8221;, afirma.</p>
<p>Heckerman esteve no Brasil nesta semana para apresentar o projeto PhyloD pela primeira vez no país. A palestra ocorreu durante o Faculty Summit América Latina 2010, simpósio de inovação tecnológica e científica promovido pela Microsoft e encerrado ontem no Guaru¬¬já, litoral sul de São Paulo.</p>
<p>Em 1997, Heckerman criou o primei¬¬ro programa para detecção e filtragem de spam, posteriormente oferecido como um serviço do Hotmail. O princípio teórico dos filtros anti-spam, que funcionam pelo método do conhecimento acumulado, é o mesmo até hoje. He¬¬cker¬¬man e sua equipe perceberam que, apesar de os spams serem muito diversificados entre si, havia algumas expressões que necessariamente teriam que aparecer para que a mensagem fosse compreendida pelo leitor. &#8220;Os spams, basicamente, querem nos vender alguma coisa. Se, por exemplo, alguém en¬¬via uma mensagem em massa buscando clientes para um medicamento contra disfunção erétil, o texto obrigatoriamente conterá as palavras &#8220;Viagra&#8221; e &#8220;comprar&#8221;. A máquina de detecção apren¬¬de essa informação e, quando ler essas palavras juntas na mesma mensagem, vai perceber que se trata de um spam&#8221;, explica Heckerman.</p>
<p>O que torna os spams mais difíceis de serem combatidos é a disposição dos spammers em buscar novas formas de furar o bloqueio dos filtros. Os propagandistas virtuais mudam algo dentro da palavra (escrevem, por exemplo, &#8220;V1agra&#8221;), obrigando os programadores a inserir novos dados nos filtros para que os programas continuem a combater os spams com eficiência.</p>
<p>Os pesquisadores da Microsoft Research liderados por David Heckerman acreditam que o mesmo princípio pode ser observado na maneira como o HIV tenta furar a barreira do sistema imunológico. Pouco tempo depois de o vírus entrar no corpo humano, o HIV faz uma primeira tentativa de se reproduzir no no¬¬vo ambiente, o que resultaria, para o ser humano, contrair Aids. Mas a investida geralmente é frustrada, pois a configuração original do vírus é facilmente identificada e combatida pelos anticorpos. É como se esta primeira tentativa de reprodução fosse uma mensagem de e-mail que tenha como assunto &#8220;venda de Viagra&#8221;.</p>
<p>Porém, assim como um spammer, o vírus ainda encubado passa meses ou anos tentando fazer modificações em sua estrutura genética (transformar-se em V1a¬¬gra) para furar o bloqueio dos anticorpos e conseguir se reproduzir livremente no corpo humano.</p>
<p>O que os pesquisadores financiados pela Microsoft Research tentam provar é que, mesmo que tenha mudado a maior parte da sua cadeia genética para enganar os anticorpos, ainda assim o ví¬¬rus terá uma pequena parte do código que permanecerá original, pois tem a missão de carregar a informação básica sobre o HIV. &#8220;Estamos próximos de com¬¬provar a nossa hipótese. Sabemos que os anticorpos naturais não atacam toda a cadeia do DNA virótico, mas apenas alguns pontos específicos&#8221;, explica Heckerman.</p>
<p>Para o desenvolvimento da vacina, a grande incógnita é identificar estes &#8220;códigos-mãe&#8221; em meio a um fenômeno biológico complexo. A ferramenta usada pelo sistema imunológico para sabotar a reprodução do HIV é a proteína ALH (Antígenos de Leucócitos Humanos). Ela invade o vírus e retira o epítopo (fragmento de proteína responsável pela informação genética do vírus). O ALH, assim como um software, é ca¬¬paz de acumular novas informações sobre tipos de vírus. Para isso, no en¬¬tanto, precisa da &#8220;atualização&#8221; externa que a vacina pode fornecer.</p>
<p>Wikipesquisa</p>
<p>Ainda que os pontos-chave sejam en¬¬contrados no HIV presente em um indivíduo, a aplicação do processo em larga es¬¬cala enfrenta o desafio de conseguir mapear todas as mutações pos¬¬síveis do vírus e todas as possíveis configurações do ALH. Uma cadeia de ALH contém cerca de 3 mil aminoácidos, e a possibilidade de duas pessoas terem o mesmo ALH é de 1 em 10 milhões.</p>
<p>Para que os pesquisadores possam ter um banco de dados com todas as con¬¬figurações possíveis de epítopos e ALHs, a Microsoft Research desenvolveu o banco de dados PhyloD.net. Pesquisadores da área médica em todo o mundo podem ajudar a alimentar o banco enviando as informações genéticas de seus pacientes infectados com Aids. &#8220;Não conseguiremos fazer nada sem ter informações globais sobre características de ALH e epítopos presentes no processo de infecção da Aids&#8221;, alerta Heckerman. &#8220;Atualmente, temos centenas de colaboradores pelo mundo trabalhando nisso. Às vezes as pistas que encontramos nos conduzem a caminhos errados, mas isso é como a ciência funciona. Ainda não temos certeza se conseguiremos atacar os pontos vulneráveis na cadeia genética do HIV.&#8221;</p>
<p>Apesar disso, os cientistas estão na fase final de desenvolvimento de um protótipo de vacina. Heckerman ressalta os benefícios da pesquisa: &#8220;Hoje os coquetéis antivirais estão funcionando muito bem, mas são medicamentos ca¬¬ros e de difícil acesso para populações carentes. Com a vacina, podemos contribuir para a erradicação da doença na África, por exemplo. Com a vacina não é necessário acompanhamento do paciente no longo prazo, apenas uma injeção.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: gazeta do Povo Online</strong></p>
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		<title>Software sequencia genes do vírus HIV, publica jornal A tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[19/04/2010 &#8211; 11h15 Na sua edição desta segunda-feira, 19 de abril, o jornal baiano A Tarde traz uma entrevista com o pesquisador da Fiocruz e do NIH (National Institutes of Health, ligado ao departamento norte-americano de Saúde) Luiz Carlos Júnior Alcântara, que coordena a equipe que desenvolveu na Bahia um software para analisar sequências do [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/software-sequencia-genes-do-virus-hiv-publica-jornal-a-tarde/">Software sequencia genes do vírus HIV, publica jornal A tarde</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>19/04/2010 &#8211; 11h15</p>
<p>Na sua edição desta segunda-feira, 19 de abril, o jornal baiano <em>A Tarde</em> traz uma entrevista com o pesquisador da Fiocruz e do NIH (National Institutes of Health, ligado ao departamento norte-americano de Saúde) Luiz Carlos Júnior Alcântara, que coordena a equipe que desenvolveu na Bahia um software para analisar sequências do<strong> vírus HIV</strong>, causador da aids. Esses programas podem ajudar na avaliação de dados de sequências de DNA obtidos nos projetos de pesquisa.</p>
<p>Com pós-doutorado em epidemiologia e especialização em filogenia dos retrovírus humanos pela Nelson Mandela Medical School, em Durban, na África do Sul, Luiz Carlos Júnior Alcântara atualmente é pesquisador em bioquímica da Fiocruz e professor adjunto de bioquímica no curso de medicina da Escola Bahiana de Medicina.<br />
Alcântara tem experiência na área de biologia molecular e bioinformática dos retrovírus humanos (HIV e HTLV). Atualmente o pesquisador mora em Maryland (Estados Unidos), sede do NIH, onde desenvolve pesquisas que buscam desenvolver uma vacina eficaz contra o HIV.</p>
<p>Segundo ele, até agora as vacinas desenvolvidas não conseguiram imunizar todos os indivíduos vacinados. É o caso da Alvac, que usa como vetor o vírus da varíola, se for modificada, pode alcançar uma maior eficácia. O laboratório desenvolveu essa vacina e testou em macacos, setor no qual atua o biólogo. Em seres humanos, a vacina se mostrou eficaz em um percentual de apenas 30%. Contudo, a eficiência em macacos chegou a 70%.</p>
<p><strong>Qual seu trabalho no NIH?</strong></p>
<p>Recebi um convite e lá estou há 11 meses. Estou envolvido em um projeto novo para desenvolver uma vacina para o <strong>HIV </strong>que contém os genes do vírus causador da doença inseridos em um vetor. Utilizamos como vetor o HTLV-2, que é da mesma família do <strong>HIV</strong>.</p>
<p>Ele não causa a doença, mas provoca o aumento no número de células de defesa, a T4. A vacina da HTLV-2 ainda será iniciada em animais, por enquanto fizemos testes in vitro. Os testes em animais devem começar até o final deste ano.</p>
<p><strong>O NIH tem feito testes de vacinas para o vírus HIV recentemente?</strong></p>
<p>Sim. O laboratório ao qual estou ligado testou, no ano passado, um outro tipo de vacina, na Tailândia, chamada Alvac.</p>
<p><strong>Mas os resultadosvnão foram muito animadores, não?</strong></p>
<p>A vacina não conseguiu imunizar todos os indivíduos vacinados, somente um percentual em torno de 30%. Foi uma eficiência baixa, mas em relação a todas as experiências com possíveis vacinas, foi a que apresentou melhor resultado até agora.</p>
<p><strong>Então, mesmo &#8220;falhando&#8221;, a experiência com a vacina na Tailândia pode ser considerada um avanço?</strong></p>
<p>Já foram testadas várias vacinas, sempre sem eficácia. Portanto, foi um sinal positivo, sim. A Alvac, que usa como vetor o vírus da varíola, se for modificada, pode alcançar uma maior eficácia. O laboratório desenvolveu essa vacina e testou em macacos, que é o setor no qualatuo (testes em animais). Só depois de testada em animais, a vacina pode ser testada em sereshumanos.</p>
<p><strong>E em animais, qual foi o percentual de imunização da Alvac?</strong></p>
<p>Em macacos, foi em torno de 70%. Os resultados lá no sudeste asiático, portanto, não podem ser considerados um balde de água fria.</p>
<p><strong>Por que é tão difícil encontrar a cura da aids?</strong></p>
<p>O HIV é muito mutável. Assim como o vírus da gripe, muda muito rápido. Aliás, o vírus da aids tem uma capacidade de mudar muito maior que outros vírus. Ele se torna resistente às drogas antirretrovirais que vão sendo desenvolvidas. Essa é a dificuldade.</p>
<p><strong>Estamos muito longe de uma vacina para aids?</strong></p>
<p>A dificuldade maior não é mais financeira. É, justamente, a grande capacidade de mutação do vírus. Para desenvolver uma vacina, tem de saber a sequência do HIV em diferentes regiões geográficas do planeta e de diferentes genótipos. E, enquanto está sendo desenvolvida uma vacina, o vírus já mudou naquela região.</p>
<p><strong>O Fundo Mundial para a Luta contra a aids, a Malária e a Tuberculose calcula que até 2015 será possível erradicar a transmissão vertical (de mãe para filho) do vírus HIV. É mesmo possível em tão pouco tempo?</strong></p>
<p>O NIH tem pontos na África [continente cujos países têm altos índices de contaminação] trabalhando na questão de transmissão vertical. O correto é que a mãe infectada não amamente. Lá, na África, é muito difícil isso. Recentemente, houve bons resultados.</p>
<p>Estão conseguindo diminuir bastante a transmissão vertical a partir de trabalho de conscientização com mulheres grávidas e na aplicação de dinheiro em investimentos com antirretrovirais para as mães e recém-nascidos.</p>
<p><strong>Aqui na Fiocruz, o senhor é coordenador do laboratório da bioinformática. Quais pesquisas vêm sido feitas?</strong></p>
<p>Desenvolvemos um software para analisar sequências de vírus. São programas que podem ajudar na avaliação de dados de sequências de DNA obtidos nos projetos de pesquisa.</p>
<p>Por exemplo, temos a sequência do HIV. Se quisermos saber qual o genótipo viral que o indivíduo tem, sequenciamos o vírus e submetemos essa sequência ao programa, que é capaz de dizer quais as mutações que existem no vírus, qual a frequência dessas mutações ou se o vírus tem resistência a um tipo de medicamento.</p>
<p><strong>A indústria da tecnologia tem avançado junto às pesquisas?</strong></p>
<p>Sim, considero que a industria tem avançado muito. No Brasil, esses avanços ainda estão engatinhando, na minha opinião. Mas, fora do Brasil, tem crescido bastante, sobretudo nos Estados Unidos e Europa. Sem informática, seria impossível a pesquisa.</p>
<p><strong>Como avalia as políticas públicas no Brasil?</strong><br />
O Brasil é muito bem-visto lá fora, não só em relação à pesquisa, mas principalmente em relação ao tratamento.O Brasil foi um dos pioneiros a oferecer a terapia gratuita, e países vizinhos, como Uruguai e Paraguai, por exemplo, não têm esse tratamento gratuito.</p>
<p><strong>Quais foram os resultados da pesquisa feita na Fiocruz que buscou correlações entre o índice de ancestralidade africana e vulnerabilidade ao HIV/aids?</strong></p>
<p>Fui um colaborador do projeto, pioneiro no Brasil. Foram feitas coletas em indivíduos infectados com HIV. Depois, foi feita a caracterização genética desses indivíduos, para ver se a pessoa tinha mais ancestralidade ameríndia, africana ou europeia. Foi visto que a infecção não tinha nenhuma relação com ancestralidade.</p>
<p><strong>Fonte: A Tarde</strong></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/software-sequencia-genes-do-virus-hiv-publica-jornal-a-tarde/">Software sequencia genes do vírus HIV, publica jornal A tarde</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Especialistas descobrem como o HIV infecta a mulher</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 22:23:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Especialistas canadenses descobriram que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) infecta a mulher ao debilitar a mucosa epitelial genital, indica um estudo divulgado na revista Plos Pathogens. Os autores do trabalho, da Universidade McMaster (Canadá), observaram como o patogênico ataca as funções desta porta primeiramente, destaca a publicação. Para isso, os especialistas isolaram células epiteliais [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/especialistas-descobrem-como-o-hiv-infecta-a-mulher/">Especialistas descobrem como o HIV infecta a mulher</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas canadenses descobriram que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) infecta a mulher ao debilitar a mucosa epitelial genital, indica um estudo divulgado na revista Plos Pathogens.</p>
<p>Os autores do trabalho, da Universidade McMaster (Canadá), observaram como o patogênico ataca as funções desta porta primeiramente, destaca a publicação.</p>
<p>Para isso, os especialistas isolaram células epiteliais do tecido uterino e as puseram em contato com o HIV. Desta forma comprovaram que às 24 horas o patogênico estava a ponto de atravessar a barreira.</p>
<p>Charu Laushic, professora de terapia genética e coordenadora da investigação, indicou que conhecimento dessa ação pode ser importante para o desenvolvimento de novas vacinas e microbicidas.</p>
<p>Em vez de centrar-se em atacar as células onde se resguarda o HIV, as que estão sob o epitélio, teria que se concentrar nas próprias células epiteliais, onde pela primeira vez o vírus entra em contato com o organismo, afirmou.</p>
<p>A maioria das infecções por HIV realiza-se por via sexual. Daí a importância de conhecer como se produz a transmissão.</p>
<p>Na atualidade cerca de 33 milhões de pessoas no mundo são seropositivos, quase a metade pertencem ao sexo feminino.</p>
<p>Fonte: Prensa Latina</p>
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