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	<title>AIDS &#124; HIV – Saiba tudo sobre os sintomas &#187; hiv</title>
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	<description>Conheça os sintomas do HIV e entenda como acontece a transmissão da AIDS. Aprenda o que é a AIDS e como se prevenir.  Tire suas principais dúvidas sobre a doença.</description>
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		<title>Doenças não transmissíveis matam mais que AIDS</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 18:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.bonde.com.br/t.gif" alt="" width="20" height="1" /></p>
<div id="HOTWordsTxt">As doenças não  transmissíveis, como as cardiovasculares e respiratórias, são a  principal causa de mortalidade no mundo, responsáveis por 63% das 57  milhões das mortes registradas em 2008, segundo relatório da Organização  Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>&#8220;A maioria destas 36 milhões de mortes se deve a patologias  cardiovasculares e respiratórias, diabetes e câncer&#8221;, afirmou a  responsável do departamento de Doenças Crônicas e Promoção da Saúde da  OMS, Leanne Riley, na apresentação em Genebra do relatório.</p>
<p>As doenças cardiovasculares foram as responsáveis por 48% dessas  mortes, seguidas pelo câncer (21%), problemas respiratórios (12%) e  diabetes (3%).</p>
<p>Riley explicou que o motivo pelo qual estas doenças são a  principal causa de mortandade no mundo é porque nos últimos 30 anos se  impôs um estilo de vida muito mais sedentário e mudanças na dieta, na  qual predominam açúcares, gorduras saturadas e sal, o que provoca  problemas de saúde como colesterol e pressão alta.</p>
<p>Do total de mortes por doenças não transmissíveis, noves milhões  foram de indivíduos menores de 60 anos e 90% destas mortes prematuras  ocorreram em países menos desenvolvidos, onde as pessoas apresentam até o  triplo de probabilidades de morrer com menos de 70 anos.</p>
<p>Segundo explicou a especialista, nos países em desenvolvimento  este tipo de doenças costumam ser detectados mais tarde e os tratamentos  nem sempre estão ao alcance de todos, por isso os mais prejudicados  costumam ser os setores mais pobres da população.</p>
<p>&#8220;Esta percentagem de mortes antes dos 60 implica também na perda  de adultos em idade de trabalhar, ou seja, de força produtiva para o  país&#8221;, ressaltou (<em>com agência EFE</em>).</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--83-20110915&amp;tit=doencas+nao+transmissiveis+matam+mais+que+aids">Bonde</a></div>
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		<title>&#8216;Eu namoro um homem HIV positivo&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 15:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O máximo de contato que eu havia tido com o assunto Aids foi durante a adolescência, nos anos de 1980. Meus pais tinham um amigo infectado. Depois, Cazuza e Renato Russo morreram, o filme Filadélfia apavorou meio mundo e a palavra &#8220;camisinha&#8221; virou cotidiana nas campanhas de carnaval. Em 2005, conheci um cara e me apaixonei. E [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/eu-namoro-um-homem-hiv-positivo/">&#8216;Eu namoro um homem HIV positivo&#8217;</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/09/banner-campanha.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-890" title="banner-campanha" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/09/banner-campanha.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>O máximo de contato que eu havia tido com o assunto Aids foi durante a  adolescência, nos anos de 1980. Meus pais tinham um amigo  infectado. Depois, Cazuza e Renato Russo morreram, o filme <em>Filadélfia</em> apavorou meio mundo e a palavra &#8220;camisinha&#8221; virou cotidiana nas campanhas de carnaval.</p>
<p>Em 2005, conheci um cara e me apaixonei. E ele também se apaixonou. Mas  antes do primeiro beijo ele me chamou para conversar. &#8220;Sabe o que é, eu  tenho HIV. Como é isso para você?&#8221;, ele me perguntou, e eu não sabia  como era isso para mim. Não me assustei. Simplesmente não tinha ideia do  que responder.</p>
<p>Ele me contou que tinha o vírus havia mais ou menos oito anos.  Descobriu durante um avaliação médica anual e não tinha ideia de  como havia se infectado. Fazia acompanhamento com um infectologista  e nunca tinha precisado mudar seu estilo de vida ou tomar remédio. Ou  seja: vida normal. Tivemos a boa ideia de marcar uma consulta com o  infectologista para conversar sobre o assunto. Marquei e fui, sozinha.</p>
<p>Fiquei duas horas e meia conversando com o médico. Foi uma verdadeira  aula, aprendi tudo ali. Que HIV é diferente de Aids. Que você pode ter  HIV durante anos e não desenvolver Aids. Que mesmo que você desenvolva  Aids, você pode reverter o quadro, tomando os antirretrovirais (famosos  coquetéis). Que o importante é sempre manter seus exames em dia. E que  sim, você pode se prevenir com 100% de segurança, apenas usando  camisinha.</p>
<p>Saí de lá tranquila e a gente começou a namorar direito. Não posso falar  que minha vida mudou muito, porque sempre usei camisinha nos meus  outros relacionamentos, de qualquer forma. Ou seja, não mudou mesmo.</p>
<p>Outra coisa que sempre fiz foi o exame de HIV a cada seis meses, desde  que comecei a me relacionar sexualmente, então isso também não mudou:  continuo fazendo.</p>
<p>Ocorreu um fato engraçado quando fui a uma universidade que estudava uma  vacina contra a Aids. Fui como voluntária e não me aceitaram porque,  como sempre uso camisinha nas relações com meu namorado, consideraram  que eu não corria &#8220;risco&#8221;.</p>
<p>Participei durante alguns anos como moderadora de um fórum sobre HIV na  internet e posso afirmar que a desinformação e o preconceito são mesmo  gritantes. Uma bebidinha a mais e a camisinha é esquecida. Isso basta  para, no dia seguinte, estarem todos lá, no fórum do orkut, chorando com  medo de terem sido infectados e não querendo fazer o teste por medo de  estarem certos. A gente explicava que não é bem assim, e que fazer o  teste é preciso porque é a única forma de você saber se tem HIV ou não.</p>
<p>Eu sempre digo que todo mundo que tem vida sexual ativa precisa fazer o  teste de HIV pelo menos uma vez por ano. Descobrindo a presença do HIV  no começo da infecção, as chances de não desenvolver Aids são grandes.  As mortes por Aids são, em sua imensa maioria, por causa de pessoas que  só descobrem a doença quando ela já se manifestou, ou seja, nunca  fizeram o teste antes.</p>
<p>Mas isso não quer dizer que eu ache o HIV uma coisa normal e leve de se  ter. Não é. Tomar um coquetel de remédios todos os dias de manhã não é  uma coisa agradável, seja qual for a sua doença ou o vírus que você tem.  Se eu tiver que escolher entre ter e não ter HIV, certamente vou  escolher não ter.</p>
<p>É simples assim. Existem muitos casais sorodiscordantes que vivem juntos  e têm uma vida sexual ativa e saudável, e se previnem, e vivem bem. A  camisinha e o teste são a melhor prevenção que você pode ter.</p>
<p>*A autora do texto preferiu não ter seu nome revelado</p>
<p>Fonte:<a href="http://noticias.r7.com/saude/noticias/eu-namoro-um-homem-hiv-positivo-20091201.html"> R7</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/eu-namoro-um-homem-hiv-positivo/">&#8216;Eu namoro um homem HIV positivo&#8217;</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Em hospital, 68% dos pacientes com HIV são heterossexuais</title>
		<link>http://www.aidshiv.com.br/em-hospital-68-dos-pacientes-com-hiv-sao-heterossexuais/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 14:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um levantamento feito pela equipe do Hospital Emílio Ribas, da Secretaria de Saúde de São Paulo, revela que 68% dos portadores do vírus da AIDS atendidos se declararam heterossexuais. E apenas 25% dos atendidos eram mulheres. A maioria dos pacientes têm entre 30 e 40 anos. A instituição, especializada em doenças infecto-contagiosas, tem 80% de [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/em-hospital-68-dos-pacientes-com-hiv-sao-heterossexuais/">Em hospital, 68% dos pacientes com HIV são heterossexuais</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento feito pela equipe do Hospital Emílio Ribas, da Secretaria de Saúde de São Paulo, revela que 68% dos portadores do vírus da AIDS atendidos se declararam heterossexuais. E apenas 25% dos atendidos eram mulheres. A maioria dos pacientes têm entre 30 e 40 anos. A instituição, especializada em doenças infecto-contagiosas, tem 80% de seus atendimentos voltados a pessoas com HIV.</p>
<p>A compilação de dados também mostrou que 20% dos atendidos estavam em uma união estável. Sobre o nível de escolaridade, 42% contavam com ensino fundamental concluído e só 0,9% possuíam ensino superior completo.</p>
<p>Segundo informou o médico infectologista David Uip, diretor do hospital, à assessoria de imprensa da Secretaria, o principal problema ainda é a conscientização. “Houve muitos avanços na medicina no que se diz respeito ao tratamento da Aids da década de 80 para cá, mas não adianta a medicina evoluir se toda a população não estiver consciente dos riscos da doença e de como preveni-la”.</p>
<p>Os números foram obtidos durante 15 dias e com acompanhamento de mais de 100 pacientes internados no Emílio Ribas, que fica na capital paulista.</p>
<p>Fonte: <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI259982-17770,00-LEVANTAMENTO+REVELA+QUE+DOS+PACIENTES+COM+HIV+SAO+HETEROSSEXUAIS+EM+HOSPITA.html">Galileu</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/em-hospital-68-dos-pacientes-com-hiv-sao-heterossexuais/">Em hospital, 68% dos pacientes com HIV são heterossexuais</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Ativistas denunciam desabastecimentos de antirretrovirais no Estado do RJ. Segundo Ministério, estoque está normal</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 17:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ativistas na área da saúde e pessoas vivendo com HIV e aids estão se queixando num grupo de discussão pela internet do recorrente desabastecimentos de medicamentos antirretrovirais em diferentes unidades de saúde do Estado do Rio de Janeiro. William Amaral, um dos coordenadores do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio, separou os problemas registrados [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/ativistas-denunciam-desabastecimentos-de-antirretrovirais-no-estado-do-rj-segundo-ministerio-estoque-esta-normal/">Ativistas denunciam desabastecimentos de antirretrovirais no Estado do RJ. Segundo Ministério, estoque está normal</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ativistas na área da saúde e pessoas  vivendo com HIV e aids estão se queixando num grupo de discussão pela  internet do recorrente desabastecimentos de medicamentos  antirretrovirais em diferentes unidades de saúde do Estado do Rio de  Janeiro.</p>
<p>William Amaral, um dos coordenadores do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio, separou os problemas registrados apenas neste mês.</p>
<p>Segundo ele, nos dia 4 e 22 faltou o Tenofovir, respectivamente, no  Posto do Catete e na Policlínica Lincoln de Freitas Filho, na capital;  assim como no Hospital Geral da cidade de Nova Iguaçu no dia 23. E no  dia 11 faltou o Atazanavir no município de Duque de Caxias.</p>
<p>A Assessoria de Imprensa do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais  do Ministério da Saúde informa que o sistema nacional de logística de  medicamentos indica normalidade nos estoques desses medicamentos tanto  no Estado quanto no município do Rio.</p>
<p>O órgão ressalta ainda que checou com as coordenações de DST/Aids do  Estado e do Município o problema, mas foi informado que as unidades de  saúde estão abastecidas com esses antirretrovirais.</p>
<p>No final do mês passado, paciente denunciou à <strong>Agência de Notícias da Aids </strong>falta do também antirretroviral Fosamprenavir. Leia <a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17394"><strong>aqui.<br />
</strong></a><br />
<strong>Fonte: Agência de Notícias da Aids</strong></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/ativistas-denunciam-desabastecimentos-de-antirretrovirais-no-estado-do-rj-segundo-ministerio-estoque-esta-normal/">Ativistas denunciam desabastecimentos de antirretrovirais no Estado do RJ. Segundo Ministério, estoque está normal</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Maioria dos internados com HIV em São Paulo é heterossexual</title>
		<link>http://www.aidshiv.com.br/maioria-dos-internados-com-hiv-em-sao-paulo-e-heterossexual/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 14:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levantamento feito pelo hospital estadual Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde  de São Paulo referência em tratamento de doenças infecto-contagiosas na capital paulista, indica o perfil do paciente tratado na unidade e revela que 80% do atendimento é voltado a portadores do vírus HIV. Outro dado aponta que 68% desses pacientes informam ser [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/maioria-dos-internados-com-hiv-em-sao-paulo-e-heterossexual/">Maioria dos internados com HIV em São Paulo é heterossexual</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hiv-mulheres.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-855" title="No commercial use. Credit &quot;European Parliament/Pietro Naj-Oleari&quot;" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/08/hiv-mulheres.jpg" alt="" width="200" height="156" /></a>Levantamento feito pelo hospital estadual Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde  de São Paulo referência em tratamento de doenças infecto-contagiosas na capital paulista, indica o perfil do paciente tratado na unidade e revela que 80% do atendimento é voltado a portadores do vírus HIV. Outro dado aponta que 68% desses pacientes informam ser heterossexuais.</p>
<p>O estudo mostra também que 25% dos pacientes são do sexo feminino e a maioria, homens e mulheres, tem idade entre 30 e 40 anos. Apenas 20% dos entrevistados declararam união estável com o parceiro. Em relação à escolaridade, 42% dos pesquisados informaram ter apenas o ensino fundamental concluído, e apenas 0,9% havia concluído o ensino superior.</p>
<p>Segundo o médico infectologista David Uip, diretor do Emílio Ribas, a batalha contra o vírus ainda continua e a barreira principal ainda não foi quebrada: a consciência de todos, independentemente da opção sexual.</p>
<p>“Houve muitos avanços na medicina no que diz respeito ao tratamento da Aids da década de 1980 para cá, mas não adianta a medicina evoluir se toda a população não estiver consciente dos riscos da doença e de como preveni-la”, disse.</p>
<p>O levantamento dos dados foi realizado pelo serviço social durante 15 dias acompanhando a rotina de mais de cem pacientes internados no hospital.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/08/21/maioria-dos-internados-com-hiv-em-sao-paulo-e-heterossexual/">Jornal do Brasil</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/maioria-dos-internados-com-hiv-em-sao-paulo-e-heterossexual/">Maioria dos internados com HIV em São Paulo é heterossexual</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Programa de aids terá remédio para criança</title>
		<link>http://www.aidshiv.com.br/programa-de-aids-tera-remedio-para-crianca/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 14:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma nova droga para tratamento de crianças e adolescentes com aids passará a ser distribuída pelo governo. O remédio, tripanavir, é o primeiro voltado exclusivamente para esses pacientes e representa uma opção para menores de 6 anos que já não respondiam a nenhum outro medicamento. A mudança consta do novo consenso terapêutico infantil. Além do [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/programa-de-aids-tera-remedio-para-crianca/">Programa de aids terá remédio para criança</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova droga para tratamento de crianças e adolescentes com aids passará a ser distribuída pelo governo. O remédio, tripanavir, é o primeiro voltado exclusivamente para esses pacientes e representa uma opção para menores de 6 anos que já não respondiam a nenhum outro medicamento.</p>
<p>A mudança consta do novo consenso terapêutico infantil. Além do tripanavir, o documento inclui outras duas drogas que até então eram prescritas somente para adultos: fosamprenavir e darunavir. Os medicamentos serão distribuídos para crianças e adolescentes e combinados com outro antiaids, o ritonavir, em dosagens especiais.</p>
<p>&#8220;Quando uma criança menor de 6 anos não respondia ao tratamento, não havia nada a ser feito, a não ser manter a terapia. Isso muda agora&#8221;, afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. O novo consenso substitui uma versão anterior, de 2009.</p>
<p>Existem no País cerca de 4 mil pacientes com menos de 13 anos. Desse total, 4,6% usam medicamentos chamados de 3ª linha &#8211; indicados para aqueles que não respondem mais a outros tratamentos.</p>
<p>Entre pacientes pediátricos, avalia Greco, o fenômeno da resistência tende a ocorrer mais rapidamente. Uma das razões apontadas é a menor aderência ao tratamento. &#8220;A falha no uso dos remédios ocorre não apenas por esquecimento, mas muitas vezes pelos efeitos colaterais que eles podem provocar na criança, como náuseas e diarreia&#8221;, contou o diretor.</p>
<p>Novo paradigma</p>
<p>A maior parte das drogas indicadas até agora no tratamento de crianças era testada apenas em adultos. &#8220;Isso ocorria por regras de ética, que proibiam testes clínicos com idosos e menores&#8221;, explicou.</p>
<p>Essa interpretação, no entanto, vem mudando nos casos em que testes são de interesse direto de pacientes menores &#8211; como os que não respondem à terapia tradicional. Essa mudança permitiu a realização de um acompanhamento clínico do uso do tripanavir em crianças.</p>
<p>De acordo com Greco, as novas drogas, além de mais esperança para pacientes que não respondem ao tratamento convencional, vão tornar mais fácil o uso do remédio, que virá em dosagens menores.</p>
<p>Este ano, o governo vai investir R$ 2,8 milhões com a compra dos quatro medicamentos indicados para tratamento pediátrico. O valor representa 28% dos R$ 9,7 milhões destinados para a compra de remédios usados na terapia de crianças com HIV.</p>
<p>Em 2009, o gasto brasileiro com pacientes pediátricos foi de R$ 6 milhões. Essas três drogas passam a ser as mais caras do conjunto usado para tratamento de crianças.</p>
<p>O darunavir é produzido pela Janssen-Cilag; o tripanavir, pela Boehringer Ingelheim; o fosamprenavir é da Glaxo-Smith-Kline; e o ritonavir, da Abbott. Greco afirmou que o tripanavir não será usado em adultos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--140-20110822&amp;tit=programa+de+aids+tera+remedio+para+crianca">Bonde</a></p>
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		<title>Quatro casais soropositivos aguardam nascimento de filhos saudáveis</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 13:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quatro casais soropositivos esperam pelo nascimento de filhos saudáveis. As gestações estão sendo acompanhadas pelo Ambulatório de Reprodução Assistida do no Centro de Referência em DST/Aids, da capital paulista. O ambulatório foi instalado em abril de 2010 pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e já atendeu 150 casais, dos quais 31 estão [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/quatro-casais-soropositivos-aguardam-nascimento-de-filhos-saudaveis/">Quatro casais soropositivos aguardam nascimento de filhos saudáveis</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/08/gravidez.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-849" title="gravidez" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/08/gravidez.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Quatro casais soropositivos esperam pelo nascimento de filhos  saudáveis. As gestações estão sendo acompanhadas pelo Ambulatório de  Reprodução Assistida do no Centro de Referência em DST/Aids, da capital  paulista.</p>
<p>O ambulatório foi instalado em abril de 2010 pela Secretaria de  Estado da Saúde de São Paulo e já atendeu 150 casais, dos quais 31 estão  em fase de tentativa de gravidez.</p>
<p>O serviço, em parceria com o Centro de Reprodução Assistida (Crase)  da Faculdade de Medicina do ABC, é destinado a casais soropositivos e  sorodiscordantes (em que um dos parceiros, normalmente o homem, é  soropositivo). Trata-se do primeiro do gênero com atendimento SUS  (Sistema Único de Saúde) do Brasil.</p>
<p>O programa permite aos casais reduzirem ao máximo a chance de  transmissão vertical ou mesmo de que ocorra infecção entre os parceiros.  Na quase totalidade dos serviços de reprodução assistida no Brasil, o  fato de ser portador de HIV é um critério de exclusão dos pacientes.</p>
<p>Nos casos de casais em que ambos são soropositivos, é programada  inseminação artificial após a aplicação da técnica de lavagem de  esperma. No caso em que o homem é soropositivo e a mulher, não, também é  feita a inseminação artificial após a lavagem de esperma. Nos casais em  que apenas a mulher é soropositiva é realizada a inseminação  artificial.</p>
<p>Fonte: <a href="http://eptv.globo.com/saude/NOT,0,0,363599,Quatro+casais+soropositivos+aguardam+nascimento+de+filhos+saudaveis.aspx">EPTV</a></p>
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		<title>Acampamentos para crianças portadoras de doenças graves, como a aids</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 15:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo informações da revista semanal ISTOÉ, milhares de crianças doentes estão sendo beneficiadas no Brasil e no mundo com acampamentos utilizados como terapia complementar. Nesses locais, a medicina utiliza recursos como alegria, descontração e troca de afeto. Leia a seguir na íntegra: A medicina já tem como certo que alegria, descontração e troca de afeto [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/acampamentos-para-criancas-portadoras-de-doencas-graves-como-aids-tornam-se-recursos-divertidos-de-tratamento-destaca-istoe/">Acampamentos para crianças portadoras de doenças graves, como a aids</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/07/criancas-aids.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-822" title="criancas aids" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/07/criancas-aids-300x227.jpg" alt="" width="184" height="139" /></a>Segundo informações da revista semanal <em>ISTOÉ</em>, milhares de  crianças doentes estão sendo beneficiadas no Brasil e no mundo com  acampamentos utilizados como terapia complementar. Nesses locais, a  medicina utiliza recursos como alegria, descontração e troca de afeto. <strong>Leia a seguir na íntegra</strong>:</p>
<p>A medicina já tem como certo que alegria,  descontração e troca de afeto funcionam como espécies de remédios  complementares a qualquer tratamento. Uma iniciativa que vem ganhando  fôlego pelo mundo reúne todas essas características e está beneficiando  milhares de crianças e adolescentes doentes. São os acampamentos  idealizados para atender esse público e oferecer a ele um pouco de  alívio para a difícil rotina de exames, internações e procedimentos por  vezes dolorosos.</p>
<p>No Brasil, o último desses eventos foi realizado recentemente, em São  Paulo, sob a organização do Hospital A . C. Camargo, especializado no  tratamento do câncer. Em um fim de semana de junho, os responsáveis pelo  Departamento de Oncologia Pediátrica reuniram 40 pacientes mirins no  Acampamento Águias da Serra, localizado no bairro de Interlagos, em São  Paulo. Os dias foram de entretenimento e muita farra. Adenilson Jesus  Oliveira, 6 anos, aproveitou a temperatura amena para passear de  caiaque. Enquanto isso, o amigo Marcos Gabriel Capistrano de Santi, 9  anos, divertia-se a valer fazendo arborismo. Os dois tinham motivo para  comemorar: Adenilson acabou no mês passado um tratamento contra leucemia  e Gabriel acaba de encerrar o tratamento contra um linfoma.</p>
<p>Nos Estados Unidos, um dos acampamentos mais tradicionais é o The Hole  in the Wall Gang Camp. Fundado pelo ator americano Paul Newman (morto em  2008), ele tem sede em Connecticut. A cada ano, recebe cerca de 15 mil  crianças portadoras de doenças diversas, como câncer, anemia falciforme e  aids. No local, além de todos os equipamentos para diversão – entre  eles, arborismo, canoagem, pisci¬nas –, está montada uma grande  estrutura para atender às necessidades médicas dos hóspedes. Existe  desde um serviço individualizado de nutrição até um centro de  emergência. As crianças e os adolescentes podem passar até uma semana no  acampamento.</p>
<p>Os resultados desses dias são claros. “Temos muitas evidências de  melhora na saúde das crianças”, garantiu à ¬ISTOÉ Willow Ann Sirch,  diretora de comunicação do acampamento americano. De fato, pela  observação dos especialistas, os benefícios são variados. “Há um visível  ganho na auto-estima das crianças”, diz a pediatra Cecília Maria Lima  da Costa, diretora do departamento de oncologia pediátrica do A. C.  Camargo, de São Paulo. Além disso, os pacientes que desfrutam desse tipo  de experiência acabam desenvolvendo maior facilidade para fazer amigos,  algo muito importante para quem está acostumado a ter as brincadeiras com os amigos interrompidas por consultas ou por momentos exigidos de descanso, por exemplo.</p>
<p>Outro fator positivo observado é o aprofundamento das relações dos pequenos com os médicos. Como, em geral, esses profissionais participam dos acampamentos, eles ficam mais próximos, em um ambiente descontraído, o que proporciona momentos de maior intimidade. Há ainda outro efeito. “As crianças relatam sentir uma grande sensação de liberdade”, conta a pediatra Cecília. Isso é compreensível. A partir do momento do diagnóstico, elas passam a viver cada vez mais enclausuradas em salas de exames e quartos de hospital. Sem contar a superproteção que podem acabar recebendo dos pais, de outros familiares, dos amigos – isso tende a deixar os pequenos pacientes ainda mais cansados emocionalmente. Brincando ao ar livre, soltos, essa sensação diminui consideravelmente.</p>
<p>Para os que encerraram o tratamento, os acampamentos dão a oportunidade de uma merecida comemoração, é claro, mas também servem como ponto de fortalecimento para lutar contra o estigma da doença. “Eles percebem mais claramente que são capazes de fazer muita coisa. Antes, normalmente ouviam só o que não podiam fazer”, disse Willow.</p>
<p>Fonte: ISTOÉ</p>
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		<title>Maioria dos antirretrovirais não interage com álcool</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 15:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por precaução, a maioria dos médicos recomenda evitar a combinação de bebida e remédios. Mas não são todos os medicamentos que, misturados ao álcool, causam efeitos colaterais. Segundo Patricia Moriel, professora do curso de farmácia da Unicamp e responsável pelo grupo de farmácia clínica, apenas 17% dos remédios podem causar danos ao ser consumidos com [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/maioria-dos-antirretrovirais-nao-interage-com-alcool/">Maioria dos antirretrovirais não interage com álcool</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/06/pilulas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-797" title="pilulas" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/06/pilulas.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Por precaução, a maioria dos médicos  recomenda evitar a combinação de bebida e remédios. Mas não são todos os  medicamentos que, misturados ao álcool, causam efeitos colaterais.</p>
<p>Segundo Patricia Moriel, professora do curso de farmácia da Unicamp e  responsável pelo grupo de farmácia clínica, apenas 17% dos remédios  podem causar danos ao ser consumidos com álcool. Desse total, 15% podem  causar interações graves, com risco de morte.</p>
<p>O problema, diz a também farmacêutica  Amouni Mourad, é que há remédios que interagem com álcool nas principais  classes de drogas, e cada organismo reage de forma diferente à mistura.</p>
<p>&#8220;Na dúvida, deve-se optar pela segurança de não consumir álcool usando  medicamentos&#8221;, afirma Mourad, que é assessora técnica do Conselho  Regional de Farmácia do Estado de São Paulo.</p>
<p>Segundo um estudo italiano de 2002, com 22.778 adultos, o uso moderado  de álcool está associado ao aumento de 24% no risco de reações adversas a  medicamentos.</p>
<p>Os efeitos foram mais frequentes nas mulheres do que nos homens. Os mais  comuns foram problemas gastrointestinais, seguidos por complicações  hormonais, alergias e arritmias cardíacas.</p>
<p><strong>Antibióticos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Mesmo assim, os médicos afirmam que o consumo ocasional de  bebida e em pequena quantidade (uma lata de cerveja ou uma taça de  vinho) traz menos risco de efeitos colaterais com remédios. Incluindo os  antibióticos.</p>
<p>&#8220;Essa história de que o álcool corta o efeito do antibiótico é lenda. Se  você toma o remédio de manhã ou à tarde, não há problema em beber uma  dose à noite. O grande risco está no exagero&#8221;, diz Antônio Carlos Lopes,  presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.</p>
<p>Mas, segundo Arthur Guerra, psiquiatra do Centro de Informações sobre  Saúde e Álcool, não é muito lógico usar a energia do corpo debilitado  pela infecção ou inflamação para metabolizar a bebida.</p>
<p>A maioria dos antirretrovirais usados para combater o vírus HIV também não interage com álcool.</p>
<p>&#8220;É melhor garantir a adesão ao tratamento do que insistir para o paciente não beber&#8221;, diz Moriel, da Unicamp.</p>
<p>A combinação mais perigosa do álcool é com antidepressivos e calmantes, que agem no cérebro.</p>
<p>No caso de calmantes benzodiazepínicos, o álcool pode causar  insuficiência respiratória e aumentar o efeito sedativo e o risco de  coma.</p>
<p>Fonte:   Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Pesquisa revela que 90% dos portadores de HIV não cuidam da higiene bucal</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 15:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cuidados com a saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Levantamento do hospital estadual Emílio Ribas, ligado à Secretaria de Estado da Saúde aponta que 90% dos atendimentos realizados em seu serviço de odontologia são de pacientes que sofrem danos severos devido à falta de higiene bucal. A rotina de um paciente com o vírus da aids é repleta de cuidados com a saúde. Mas [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/pesquisa-revela-que-90-dos-portadores-de-hiv-nao-cuidam-da-higiene-bucal/">Pesquisa revela que 90% dos portadores de HIV não cuidam da higiene bucal</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento do hospital estadual Emílio  Ribas, ligado à Secretaria de Estado da Saúde aponta que 90% dos  atendimentos realizados em seu serviço de odontologia são de pacientes  que sofrem danos severos devido à falta de higiene bucal.</p>
<p>A rotina de um paciente com o vírus da aids é repleta de cuidados com a  saúde. Mas além dos cuidados médicos, essas pessoas necessitam de  tratamento odontológico criterioso, além de redobrar os cuidados com a  saúde dos dentes e da boca.</p>
<p>A partir da manifestação do vírus, os cuidados odontológicos vão além da  prevenção de cáries, por exemplo. Uma simples gengivite torna-se  altamente perigosa em um indivíduo afetado pela baixa imunidade.</p>
<p>Segundo Eliana Moutinho, dentista do Emílio Ribas, as doenças bucais em  pacientes HIV são sempre graves, pois a baixa imunidade impede a  recuperação do indivíduo e dificulta o tratamento.</p>
<p>“Devido à imunidade frágil, o paciente pode evoluir facilmente e, em  pouco tempo, de uma simples gengivite para uma periodontite, inflamação  mais grave e agressiva”, explica.</p>
<p>A dentista comenta também que o paciente soropositivo está exposto a  diversas infecções graves causadas por bactérias bucais, que se não  tratadas a tempo podem ocasionar uma endocardite, inflamação das  estruturas internas do coração, elevando o risco do paciente ter uma  insuficiência cardíaca.</p>
<p>Além da endocardite, outra manifestação bacteriana transforma-se  caracteriza a nefrite, inflamação nos rins com grandes chances de levar  ao comprometimento do órgão. “Dependendo do estado do paciente a  infecção pode atingir a corrente sanguínea e estabelecer uma infecção  generalizada”, alerta.</p>
<p>Eliana Moutinho salienta que o acompanhamento odontológico do indivíduo  com aids deve ser rigoroso e periódico, com consultas a cada três meses.</p>
<p><strong>Fonte: Agência de Notícias da Aids</strong></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/pesquisa-revela-que-90-dos-portadores-de-hiv-nao-cuidam-da-higiene-bucal/">Pesquisa revela que 90% dos portadores de HIV não cuidam da higiene bucal</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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