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	<title>AIDS &#124; HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</title>
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	<description>Conheça os sintomas do HIV e entenda como acontece a transmissão da AIDS. Aprenda o que é a AIDS e como se prevenir.  Tire suas principais dúvidas sobre a doença.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jan 2012 02:38:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Contaminação da Aids aumenta na América Latina por falta de prevenção</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 02:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O número de mortos pela Aids na América Latina diminuiu devido ao maior acesso ao tratamento antirretroviral, mas a contaminação continua aumentando pela falta de programas de prevenção, informou nesta quinta-feira o Programa da ONU sobre a Aids (Unaids). &#8220;Para cada pessoa em tratamento temos duas novas infecções. Assim nunca acabaremos com a doença. Claro [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/contaminacao-da-aids-aumenta-na-america-latina-por-falta-de-prevencao/">Contaminação da Aids aumenta na América Latina por falta de prevenção</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2012/01/camisinha05.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-955" title="camisinha05" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2012/01/camisinha05.jpg" alt="" width="223" height="205" /></a>O número de mortos pela Aids na América Latina diminuiu  devido ao maior acesso ao tratamento antirretroviral, mas a contaminação  continua aumentando pela falta de programas de prevenção, informou  nesta quinta-feira o Programa da ONU sobre a Aids (Unaids).</p>
<p>&#8220;Para cada pessoa em tratamento temos duas novas infecções.  Assim nunca acabaremos com a doença. Claro que é preciso evitar as  mortes, mas mais importante ainda é prevenir o contágio&#8221;, disse nesta  quinta-feira à Agência Efe o diretor regional para a América Latina da  Unaids, César Núñez.</p>
<p>Dois terços do investimento para combater a epidemia na  América Latina são destinados ao tratamento, e o restante à prevenção.  &#8220;Além disso, esses programas se dedicam quase que exclusivamente à  população mais afetada: homossexuais, prostitutas e usuários de drogas&#8221;,  indicou Núñez.</p>
<p>Para ele, os programas de prevenção deveriam ser mais amplos e  abranger todas as pessoas, principalmente os mais jovens, que parecem  ter perdido o medo da Aids. &#8220;Segundo a Comissão Econômica Para a América  Latina e o Caribe (Cepal), 25% dos partos na América Latina são de  menores de 17 anos, o que significa que os jovens fazem sexo sem  proteção. Embora seja um dado indireto, nos mostra que eles são  passíveis de contaminação. É óbvio que falta informação e educação  sexual&#8221;, explicou.</p>
<p>Estima-se que a cada ano ocorram na região 100 mil novas  infecções. O número de pessoas com o vírus do HIV aumentou de 1,3  milhão, em 2001, para 1,5 milhão em 2010. Desse total, 36% são do sexo  feminino, um número que aumentou dramaticamente nos últimos dez anos, já  que em 2001 para cada dez homens infectados havia uma mulher.</p>
<p>Uma das razões que explicam esse crescimento da contaminação  entre as mulheres é que elas são contaminadas por seus maridos ou  parceiros que tiveram relações não seguras com prostitutas, ou em muitos  casos, com outros homens. O principal foco de transmissão na região são  os homens que mantêm relações com outros homens sem proteção.   &#8220;Na América Latina, o estigma contra os homossexuais permanece. Por isso  a prática continua sendo escondida em muitos lugares, e esses homens  contaminam suas esposas ou parceiras&#8221;", disse Núñez.</p>
<p>O Panamá e a Nicarágua foram os últimos países  latino-americanos a abolirem leis homofóbicas, em 2008. &#8220;Mas o estigma  social continua, por isso é preciso fazer campanhas que combatam a  discriminação, o que ajudará na luta contra a doença&#8221;, especificou  Núñez.</p>
<p>De acordo com os dados disponíveis, entre 3% e 20% dos homens  latino-americanos têm relações sexuais com outros homens ao longo de  sua vida. Dependendo do país, entre 32% e 78% dos homens que fazem sexo  com outros homens também mantêm relações com mulheres, e entre 1,7% e  41% são casados.</p>
<p>Atualmente, 64% da população infectada têm acesso a  tratamento, algo que precisa melhorar, já que em muitos casos &#8220;chega  tarde demais, quando a doença já se desenvolveu&#8221;.</p>
<p>Núñez destacou um problema que, apesar de estar melhorando,  ainda persiste: a falta de planejamento, que gerou a ausência de  remédios em países que inclusive são produtores de genéricos, como o  Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5566308-EI294,00-Contaminacao+da+Aids+aumenta+por+falta+de+prevencao+na+America+Latina.html">Terra.com</a></p>
</div>
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		<title>Dados sobre Aids sugerem avanço no controle da doença</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil aparece como um dos grandes destaques no relatório anual do Unaids, o programa das Nações Unidas dedicado ao combate à Aids, apresentando quadro no qual entre 60% e 79% dos infectados com o vírus têm acesso a tratamento. Divulgado na última segunda-feira, o levantamento indica que o governo brasileiro tem investido seus recursos [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/dados-sobre-aids-sugerem-avanco-no-controle-da-doenca/">Dados sobre Aids sugerem avanço no controle da doença</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2010-02-05_brasil-participa-de-campanha-mundial-contra-a-aids_gg.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-951" title="2010-02-05_brasil-participa-de-campanha-mundial-contra-a-aids_gg" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/2010-02-05_brasil-participa-de-campanha-mundial-contra-a-aids_gg-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a>O Brasil aparece como um  dos grandes destaques no relatório anual do Unaids, o programa das  Nações Unidas dedicado ao combate à Aids, apresentando quadro no qual  entre 60% e 79% dos infectados com o vírus têm acesso a tratamento.  Divulgado na última segunda-feira, o levantamento indica que o governo  brasileiro tem investido seus recursos adequadamente nos lugares certos,  adotando as estratégias mais corretas. Por isso mesmo, é tido como  exemplo a ser seguido por outras nações a iniciativa brasileira voltada  ao acompanhamento de pacientes acometidos pela doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda  de acordo com o Unaids, o Brasil encontra-se na vanguarda em termos de  garantia ao acesso à prevenção do HIV e a serviços de tratamento para os  mais vulneráveis e marginalizados. Tudo isso, é bom deixar claro, por  meio do Sistema Único de Saúde (SUS), tão execrado por quem geralmente  não conhece a fundo como se dá o seu funcionamento. Somente em 2008,  cita o documento da ONU, foram investidos US$ 600 milhões de na  prevenção e tratamento da Aids em nosso País. A situação do Brasil é  emblemática, mas as informações trazidas no documento da Unaids sugerem  também avanços no que diz respeito ao combate à doença em outras partes  do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo a ONU, os números de novas infecções  continuam diminuindo e mais pessoas recebendo tratamento, estimando-se  que no ano passado medicamentos salvaram a vida de cerca de 700 mil  soropositivos. Diante disso, cada vez mais se aventa a possibilidade de  avanços que permitam o controle considerável dos registros de casos.  Mesmo com os dados positivos, porém, ainda é grave a situação verificada  na África Subsaariana, que continua a ser a região mais afetada pelo  HIV. No ano passado cerca de 68% das pessoas infectadas com o vírus  viviam nesta região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É óbvio que é cedo para baixarmos a  guarda em relação à doença. Muito ao contrário, devem-se agora,  principalmente, serem consolidados os avanços registrados. O mundo  caminha célere para boas novas no âmbito do HIV, mas para que isso se  concretize, nunca é demais reforçar a prevenção por meio da informação.  Se os dados revelados pela ONU nos colocam números positivos, são  poucos, enquanto o homem não tiver o controle total dessa enfermidade  que tantas famílias já enlutou pelo mundo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2011/11/23/noticiaopiniaojornal,2340373/b-dados-sobre-aids-sugerem-avanco-no-controle-da-doenca-b.shtml">O Povo.com</a></p>
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		<title>Morre o ator Rodolfo Bottino aos 52 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[famosos com aids]]></category>
		<category><![CDATA[Rodolfo Bottino]]></category>

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		<description><![CDATA[O ator e professor de gastronomia Rodolfo Bottino morreu na manhã deste domingo (11), aos 52 anos, em Salvador, onde tinha familiares. Bottino era portador do vírus da Aids e faleceu em decorrência de uma embolia durante um exame para a realização de uma cirurgia no quadril. Ele deu entrada no Hospital da Bahia nessa [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/morre-o-ator-rodolfo-bottino-aos-52-anos/">Morre o ator Rodolfo Bottino aos 52 anos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/rodolfo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-948" title="rodolfo" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/12/rodolfo-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>O ator e professor de gastronomia <strong>Rodolfo Bottino</strong> morreu na manhã deste domingo (11), aos 52 anos, em Salvador, onde tinha  familiares. Bottino era portador do vírus da Aids e faleceu em  decorrência de uma embolia durante um exame para a realização de uma  cirurgia no quadril. Ele deu entrada no Hospital da Bahia nessa  quinta-feira (8).</p>
<p><a href="http://gente.ig.com.br/rodolfo-bottino-deu-ao-ig-ha-tres-meses-sua-ultima-entrevista/n1597405332093.html"><strong>Veja também: Os bastidores da última entrevista de Rodolfo Bottino</strong></a></p>
<p>&#8220;É com profunda tristeza e pesar que comunico a todos o falecimento  do nosso querido amigo, ator e chef, Rodolfo Bottino, faleceu hoje cedo  por embolia pulmonar quando ia fazer uma ressonância magnética em  Salvador&#8221;, escreveu <strong>Luh Vanderlei</strong>, amiga da família do  ator, em seu perfil no Facebook. &#8220;Ele saiu daqui de Maceió no final de  novembro animado, porque iria fazer uma operação no fêmur e teria um  programa a apresentar em São Paulo&#8221;, completou a amiga.</p>
<p><a href="http://gente.ig.com.br/rodolfo-bottino-nao-sou-um-coitadinho/n1597200976333.html"><strong>Leia entrevista exclusiva que Bottino deu ao iG há apenas três meses</strong></a></p>
<p>Rodolfo Bottino foi um dos mais assíduos galãs de novelas da Globo nos  anos 80. Estreou na emissora fazendo o Jajá da novela rural &#8220;Livre para  Voar&#8221;, exibida às 18h entre 1984 e 1985. Seguiram-se diversas novelas e  minisséries, uma atrás da outra.</p>
<p>Em 1985, viveu o Bob na primeira versão de &#8220;Tititi&#8221;, de <strong>Cassiano Gabus Mendes</strong>. Em 1986, foi Lauro, na minissérie &#8220;Anos Dourados&#8221;, ambientada na década de 1950. Na sequência, fez par romântico com a <a href="http://gente.ig.com.br/tvenovela/mayara-magri-estrela-jovem-dos-1980-vive-mulher-madura-no-teatro/n1597258037222.html"><strong>atriz Mayara Magri</strong></a> em &#8220;Roda de Fogo&#8221; (1986/87), e atuou em &#8220;Bebê a Bordo&#8221; (1988/89), &#8220;O  Sexo dos Anjos&#8221; (1989/90) e &#8220;Lua Cheia de Amor&#8221; (1990/91), além da  minissérie &#8220;AEIOUrca&#8221; (1990), <a href="http://gente.ig.com.br/tvenovela/aeio+urca+revive+os+tempos+dos+cassinos/n1597037199627.html"><strong>recentemente reprisada no Canal Viva</strong></a>.</p>
<p>Nos anos 1990, Bottino desapareceu da televisão, e passou a se  dedicar ao teatro, além de investir em outra área: a culinária. O ator  se especializou como chef de cozinha, lançando livros e apresentando  programas de TV sobre o tema.</p>
<p>Nos últimos anos, Bottino continuou atuando como chef, e chegou a  fazer uma participação no filme &#8220;O Homem do Futuro&#8221; (2011). O ator  assumiu ser portador do HIV, e deu entrevista ao<strong> iG Gente</strong> em setembro, falando sobre sua vida.</p>
<p>Entre outras declarações, o ator disse: &#8220;Não tenho medo de morrer, só  não quero morrer agora. Está bom aqui&#8221;. Ainda sobre o tema da morte, ele  comentou: &#8220;Acredito em Deus, sou católico, mas não vejo o que vivi como  um carma&#8221;.</p>
<p>Sobre o fato de ser portador do HIV, o ator afirmou: &#8220;Claro que não sou  um idiota. Quando eu soube, mexeu comigo. Mas não fiquei deprimido, fui à  luta. Era hora de ficar quieto, agir e tomar remédio&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://gente.ig.com.br/morre-o-ator-rodolfo-bottino-aos-52-anos/n1597405204217.html">IG</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/morre-o-ator-rodolfo-bottino-aos-52-anos/">Morre o ator Rodolfo Bottino aos 52 anos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Veja lista dos estados com maior incidência de Aids em 2010</title>
		<link>http://www.aidshiv.com.br/veja-lista-dos-estados-com-maior-incidencia-de-aids-em-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 12:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aids no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[casos de aids]]></category>
		<category><![CDATA[incidência da aids]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul é o estado com maior incidência de Aids no país, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde &#8211; veja lista de estados no quadro ao lado. A taxa de incidência de casos da doença é de 37,6 para cada 100 mil habitantes. (Observação: ao ser publicada, esta [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/veja-lista-dos-estados-com-maior-incidencia-de-aids-em-2010/">Veja lista dos estados com maior incidência de Aids em 2010</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/world-aids-day1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-942" title="world-aids-day1" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/world-aids-day1.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>O Rio Grande do Sul é o estado com maior incidência de Aids no país, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde &#8211; veja lista de estados no quadro ao lado. A taxa de incidência de casos da doença é de 37,6 para cada 100 mil habitantes.</p>
<p>(Observação: ao ser publicada, esta reportagem informou números errados com base em dados divulgados de manhã pelo Ministério da Saúde, em entrevista em Brasília. No final da tarde, a assessoria do ministério admitiu que distribuiu à imprensa uma tabela errada. As informações desta reportagem foram corrigidas às 19h42.)</p>
<p>O segundo estado que, porporcionalmente a sua população, tem mais registros é Roraima, com 35,7 casos por 100 mil habitantes.</p>
<p>Em terceiro lugar no ranking está Amazonas, com índice de 30,9 por 100 mil, seguido por Santa Catarina (30,2) e Rio de Janeiro (28,2).</p>
<p>Na outra ponta da lista, está o Acre, com 7,2 casos para cada 100 mil habitantes.</p>
<p>Municípios do Sul<br />
Os municípios da região Sul dominam a lista das 14 cidades com mais de 50 mil habitantes que, proporcionalmente, possuem mais casos de Aids.</p>
<p>Em primeiro na lista, está Porto Alegre, com taxa de incidência de 99,8 casos por 100 mil habitantes.</p>
<p>Também localizado no Rio Grande do Sul, Alvorada é a segunda cidade com mais registros de Aids, 81,8 por 100 mil habitantes. Em terceiro no ranking está Balneário de Camboriú (SC), seguido por Uruguaiana (RS) e Sapucaia do Sul (RS).</p>
<p>Regiões<br />
O Sul tem, proporcionalmente, a maior incidência da doença quando comparado às demais regiões do país, apresentando, em 2010, indíce de 28,8 casos por 100 mil habitantes.</p>
<p>Em segundo na lista, está o Norte (20,6), seguido por Sudeste (17,6), Centro Oeste (15,7) e Nordeste (12,6).</p>
<p>Os casos de óbito também são mais numerosos no Sul, onde o coeficiente registrado em 2010 foi de 9 mortos pela doença para cada 100 mil habitantes. O Norte aparece em segundo em mortalidade (6,5 para cada 100 mil).</p>
<p>A região com menos mortos por Aids é o Nordeste. Segundo o Ministério da Saúde, os dados de mortalidade no Sul revelam que a doença tem sido diagnosticada tardiamente na região.</p>
<p>Redução de casos<br />
Os novos casos de Aids e óbitos pela doença sofreram pequena queda em 2010, quando comparados a 2009, segundo dados divulgados nesta segunda pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Foram registrados no país 34,2 mil novos casos de Aids no ano passado, contra 35,9 mil em 2009. De 1980 a junho de 2011, 608.230 pessoas foram infectadas no país. A taxa de incidência da doença passou de 18,8 por 100 mil habitantes em 2009 para 17,9 em 2010.</p>
<p>No ano passado, 11,9 mil pessoas morreram em decorrência da Aids, enquanto em 2009 foram registradas 12 mil mortes. Apesar da leve redução, o coeficiente de mortalidade se manteve igual &#8211; 6,3 por 100 mil habitantes.</p>
<p>“Estamos vendo uma tendência de diminuição do número de casos ao longo dos anos, as pessoas estão vivendo mais e melhor com a doença”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Estados com maior incidência de Aids</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Unidade da Federação</strong></td>
<td><strong>Número de casos a cada 100 mil habitantes</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Sul</td>
<td>37,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Roraima</td>
<td>35,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Amazonas</td>
<td>30,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Santa Catarina</td>
<td>30,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio de Janeiro</td>
<td>28,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Espírito<br />
Santo&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</td>
<td>20,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Pará</td>
<td>19,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraná</td>
<td>19,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso do Sul</td>
<td>17,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Mato Grosso</td>
<td>17,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Amapá</td>
<td>17,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Pernambuco</td>
<td>17,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Rondônia</td>
<td>16,6</td>
</tr>
<tr>
<td>São Paulo</td>
<td>15,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Distrito Federal</td>
<td>15,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Maranhão</td>
<td>14,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Goiás</td>
<td>14,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Bahia</td>
<td>12,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Minas Gerais</td>
<td>12,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Sergipe</td>
<td>11,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Ceará</td>
<td>11,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Piauí</td>
<td>11,0</td>
</tr>
<tr>
<td>Rio Grande do Norte</td>
<td>10,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Alagoas</td>
<td>10,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Paraíba</td>
<td>10,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Tocantins</td>
<td>9,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Acre</td>
<td>7,2</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><em>Fonte: Ministério da Saúde</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/11/veja-quais-sao-os-estados-com-maior-incidencia-de-aids-em-2010.html">G1</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/veja-lista-dos-estados-com-maior-incidencia-de-aids-em-2010/">Veja lista dos estados com maior incidência de Aids em 2010</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Medicamento em estudo no Brasil promete revolucionar tratamento da aids</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 20:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Laboratório Kyolab, de Campinas, estão pesquisando um medicamento contra a aids a partir de uma planta natural do Piauí. Em estudos iniciais, a molécula isolada em laboratório conseguiu chegar em células nas quais o HIV fica “escondido”. Leia a reportagem na íntegra a seguir. Armadilha [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/medicamento-em-estudo-no-brasil-promete-revolucionar-tratamento-da-aids/">Medicamento em estudo no Brasil promete revolucionar tratamento da aids</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacinaS.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-937" title="vacinaS" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacinaS-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Laboratório Kyolab, de Campinas, estão pesquisando um medicamento contra a aids a partir de uma planta natural do Piauí. Em estudos iniciais, a molécula isolada em laboratório conseguiu chegar em células nas quais o HIV fica “escondido”. Leia a reportagem na íntegra a seguir.</p>
<p>Armadilha para o HIV</p>
<p>Uma planta usada na medicina tradicional contra o câncer é a nova esperança de uma terapia mais eficaz contra a aids. Em desenvolvimento por um grupo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Laboratório Kyolab, de Campinas, uma droga se mostrou promissora em testes in vitro e deve começar a ser testada em animais já no ano que vem. Se os resultados se mantiverem iguais aos já obtidos, dizem os especialistas, será uma grande revolução no tratamento da doença.</p>
<p>Especializado em fitoquímica de medicamentos, o laboratório de Campinas conseguiu isolar numa planta natural do Piauí uma molécula considerada superativa. A linha de pesquisa incluía originalmente testar sua atividade contra alguns tipos de câncer (para os quais já se encontra em fase II de testes), uma vez que era com esse fim que a planta era usada na medicina tradicional. Resolveu-se também testá-la contra o HIV. “Começamos a estudar suas propriedades contra o HIV e descobrimos coisas interessantíssimas”, afirmou o chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto de Biologia da UFRJ, Amilcar Tanuri.</p>
<p>Vírus se mantém latente em células</p>
<p>Atualmente, o tratamento padrão contra aids é feito com o coquetel de drogas. Essa combinação de medicamentos mantém as pessoas saudáveis porque impede a replicação do vírus no sangue. Entretanto, se o tratamento for suspenso, em menos de uma semana o vírus volta a se multiplicar.</p>
<p>Isso acontece porque, embora as drogas bloqueiem a replicação no sangue, o vírus consegue se &#8220;esconder&#8221; no interior de algumas células, onde se replica muito lentamente, ficando num estado de latência. Mas, quando a medicação no entorno desaparece, ele volta a se multiplicar normalmente, fazendo com que a doença retorne. “A molécula isolada no laboratório de Campinas consegue ativar esse HIV que está latente. Ela quebra a latência do vírus, que começa a se multiplicar e sai das células (onde estava &#8220;escondido&#8221;), explica Tanuri. –“Quando isso acontece, o coquetel consegue eliminá-lo.”</p>
<p>Essa abordagem no desenvolvimento de drogas é inédita. Nos Estados Unidos vários estudos estariam tentando, ainda sem sucesso, encontrar maneiras de tirar o HIV da latência. “Nenhum medicamento disponível atualmente alcança dentro das células de latência”, explica o diretor do Kyolab, Luiz Pianovsky. “A abordagem é inédita, superinovadora e pode inclusive vir a ser a cura da aids, dependendo ainda de alguns fatores.”</p>
<p>De acordo com os cientistas envolvidos no projeto, mais de 2 milhões de moléculas já teriam sido testadas em laboratórios internacionais sem nunca se conseguir achar uma que fosse ativa contra o vírus da aids. “Trata-se de um grande esforço internacional, e tivemos a sorte de ter uma planta com uma molécula bioativa”, comemora Amilcar Tanuri, acrescentando que o estudo brasileiro está sendo submetido para publicação no periódico internacional &#8220;Aids&#8221;. “É uma  droga-chave para uma tentativa futura de curar o paciente.”</p>
<p>Mesmo que não se conseguisse a cura total, explicam os cientistas, a droga poderia ser crucial para suprimir a circulação do vírus no organismo por muito mais tempo do que os atuais remédios. “Não há nada no mundo que atue dessa maneira”, ressalta Pianovsky. “Há alguns produtos para outras funções, mas com potência muito menor do que essa.”</p>
<p>Os estudos ainda estão em fase inicial e são necessárias ainda várias etapas de testagem, entre elas a toxicologia. A planta original, de onde a molécula foi extraída, é extremamente tóxica. “Os resultados obtidos in vitro, no entanto, já demonstram que a toxicidade não é tão alta”, disse Pianovsky.</p>
<p>O próximo passo dos cientistas é testar o medicamento em macacos rhesus antes de passar para testes em seres humanos. Ainda há um longo caminho a percorrer e não há previsão para a finalização da droga. Mas os especialistas afirmam que, se tudo der certo, seria um dos maiores avanços em muitos anos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=18107">Agência Aids de Notícias</a></p>
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		<title>Vacina experimental contra HIV elimina vírus em testes com macacos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 19:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma vacina experimental ajudou macacos portadores de uma variação do vírus da Aids a controlar a infecção. Segundo pesquisadores norte-americanos, isso pode levar a uma vacina para humanos. Eles afirmaram que a vacina prepara o sistema imunológico para atacar rapidamente o vírus HIV quando ele entra no organismo, momento em que o vírus é mais [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/vacina-experimental-contra-hiv-elimina-virus-em-testes-com-macacos/">Vacina experimental contra HIV elimina vírus em testes com macacos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="texto">
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacina-aids.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-932" title="vacina-aids" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacina-aids.jpg" alt="" width="200" height="140" /></a>Uma vacina experimental ajudou macacos portadores de uma variação do  vírus da Aids a controlar a infecção. Segundo pesquisadores  norte-americanos, isso pode levar a uma vacina para humanos.</p>
<p>Eles afirmaram que a vacina prepara o sistema imunológico para atacar  rapidamente o vírus HIV quando ele entra no organismo, momento em que o  vírus é mais vulnerável.</p>
<p>Louis Picker, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisas com Primatas  do Oregon, cujo estudo foi publicado na revista &#8220;Nature&#8221;, disse que um  teste da vacina em humanos possivelmente será feito dentro de três anos.</p>
<p>Testes da vacina com o SIV &#8211; uma versão do HIV nos símios &#8211; mostraram  que mais de metade dos animais foram capazes de impedir a replicação do  vírus. Isso foi confirmado com testes bastante precisos, que não  detectaram traços de contaminação.</p>
<p>Mais de um ano depois da administração da vacina, a vasta maioria dos macacos manteve o controle sobre a doença.</p>
<p>&#8220;Sentimos que [a vacina] tem uma possibilidade de manter o vírus sob completo controle, ou de eliminar o vírus&#8221;, disse Picker.</p>
<p>Ele e seus colegas usam um vírus relativamente inócuo, chamado  citomegalovírus (CMV), como veículo da vacina experimental para o  organismo. Fizeram isso porque os cientistas consideram que a maioria  das pessoas já está infectada pelo CMV, que permanece no organismo  durante a vida toda, mas em geral causa poucos ou nenhum sintoma.</p>
<p>Picker explicou que, sendo o vírus persistentemente presente, ele  mantém o sistema imunológico em alerta, pronto para atacar o HIV assim  que ele entra no organismo.<br />
Pela primeira vez, uma vacina experimental foi capaz de controlar totalmente o vírus em alguns animais&#8221;<br />
Wayne Koff, cientista-chefe da Iniciativa Internacional da Vacina da Aids</p>
<p>&#8220;O que é animador nessa descoberta é que, pela primeira vez, uma vacina  experimental foi capaz de controlar totalmente o vírus em alguns  animais&#8221;, disse Wayne Koff, cientista-chefe da Iniciativa Internacional  da Vacina da Aids, que ajudou a financiar o estudo.</p>
<p>Atualmente, não existe cura para a Aids, mas coquetéis de medicamentos  são capazes de manter a doença controlada por muitos anos.</p>
<p>O vírus HIV, causador da Aids, está presente em cerca de 33,3 milhões  de pessoas no mundo todo, segundo a Unaids (agência da ONU para a Aids).  Ele já matou mais de 25 milhões desde que surgiu, há cerca de 30 anos.</p>
<p><strong>Repercussão</strong><br />
Laboratórios e cientistas do mundo todo vêm pesquisando diversas possibilidades de desenvolver uma vacina.</p>
<p>&#8220;A novidade aqui é usar uma vacina por administração viral que  persiste, essencialmente usando um vírus manipulado para coibir um vírus  patogênico&#8221;, disse Robin Shattock, professor de imunidade e infecção  das mucosas do Imperial College, de Londres, que não participou do  estudo.</p>
<p>&#8220;Antes disso (&#8230;), os cientistas haviam praticamente desistido da  ideia de uma vacina que possa controlar a replicação do HIV, [mas] isso a  coloca firmemente de volta na pauta&#8221;, completou.</p>
<p>Picker disse que o próximo passo é produzir uma versão atenuada do CMV, para assegurar que ele não cause efeitos colaterais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.correiodoestado.com.br/noticias/vacina-experimental-contra-hiv-elimina-virus-em-testes-com-m_130322/">Correio do Estado</a></p>
</div>
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		<title>Sintomas da AIDS: veja quando é preciso fazer o teste</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 21:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde que a Aids foi descoberta, no inicio da década 80, pesquisadores de todo o mundo tentam descobrir a forma de contê-la. Enquanto a cura ou a vacina da doença não chega, a alternativa que a população tem é se prevenir. A camisinha tem sido a grande aliada neste processo. Mais do que nunca ela [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/sintomas-da-aids-veja-quando-e-preciso-fazer-o-teste/">Sintomas da AIDS: veja quando é preciso fazer o teste</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sintomas-da-aids.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-928" title="sintomas-da-aids" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sintomas-da-aids.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Desde que a Aids foi descoberta, no inicio da década 80, pesquisadores de todo o mundo tentam descobrir a forma de contê-la. Enquanto a cura ou a vacina da doença não chega, a alternativa que a população tem é se prevenir.</p>
<p>A camisinha tem sido a grande aliada neste processo. Mais do que nunca ela é o item fundamental para se ter na bolsa ou na carteira.</p>
<p>Mas ainda assim há muita gente que deixar de usá-la por achar que terá menos prazer ou mesmo por achar que nunca vai adquirir o vírus HIV, que é responsável pela Aids.</p>
<p>O fato é que apesar de tanta informação há muita gente que ainda faz sexo sem proteção, com parceiros fixos ou eventuais.</p>
<p>Mas, infelizmente, para a maioria das pessoas depois do prazer vem o medo. Sem o uso da proteção, a dúvida se houve contaminação é a que mais atormenta. Portanto, nunca é demais dizer que tanto para sua saúde física quanto emocional e mental é preciso usar a camisinha.</p>
<p>Todas as pessoas que tem vida ativa deveriam fazer o teste da aids com uma certa frequencia. Mas por medo e preconceito o número de pessoas que se submete ao exame ainda é muito pequeno. Porém, para quem tem relações desprotegidas o exame é um item fundamental.</p>
<p>Após a contaminação com o vírus da Aids, há um intervalo, geralmente de meses ou mesmo anos, para o aparecimento dos sintomas da aids.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não adianta ficar procurando na internet os sintomas da Aids, porque as chances de você apresentar alguns deles é imensa e isso pode causar mais estresse. O sintomas da aids se assemelham aos de muitos doenças, como uma simples gripe, vai desde febre até o aparecimento de manchas no corpo. Portanto se há alguma dúvida, se houve sexo sem proteção, a alternativa é fazer o teste.</p>
<p>Em todo o país, há Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) que oferecem os exames gratuitos, com discrição e segurança. Lá também podem ser realizados exames de outras DSTs.</p>
<p>O maior inimigo da Aids ainda é o preconceito. As pessoas fazem sexo sem proteção e ainda assim não querem se submeter ao exame. Quando mais cedo se souber da contaminação mais fácil e tranquilo é o tratamento. É isso que vai garantir uma vida de completa saúde e disposição.</p>
<p>Entre os sinas mais comuns da Aids destacam-se: emagrecimento com perda de mais de 10% do peso corporal; diarréia prolongada (por mais de um mês); febre persistente (por mais de um mês); tosse seca e sem motivo aparente; suores noturnos; fadiga permanente; candidíase (sapinho) persistente – oral ou vaginal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novos tratamentos aumentam expectativa de vida de pessoas com aids em 15 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre 1996 e 2008, a expectativa de vida entre os pacientes ingleses com HIV aumentou em 15 anos, segundo estudo publicado nesta quarta-feira no British Medical Journal. A ampliação deve-se principalmente aos novos medicamentos antirretrovirais, principalmente se administrados no começo da doença. Segundo a pesquisa, a aids pode ser considerada uma doença crônica se o [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/novos-tratamentos-aumentam-expectativa-de-vida-de-pessoas-com-aids-em-15-anos/">Novos tratamentos aumentam expectativa de vida de pessoas com aids em 15 anos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/10/coquetel.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-924" title="coquetel" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/10/coquetel.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Entre 1996 e 2008, a expectativa de vida entre os pacientes ingleses  com HIV aumentou em 15 anos, segundo estudo publicado nesta quarta-feira  no <em>British Medical Journal</em>. A ampliação deve-se principalmente  aos novos medicamentos antirretrovirais, principalmente se  administrados no começo da doença. Segundo a pesquisa, a aids pode ser  considerada uma doença crônica se o tratamento for seguido à risca,  embora a expectativa de vida entre os doentes seja menor que entre a  população em geral.</p>
<p>Uma equipe de pesquisadores, coordenados pela Dra. Margaret May, da  Universidade de Bristol, comparou dados da população britânica em geral  com dados coletados de 17.661 pacientes com aids com mais de 20 anos de  idade, entre 1996 e 2008.</p>
<p>A análise mostrou que a expectativa de vida média para quem tinha 20  anos de idade saltou de 50 para 66 anos de idade. Entre as mulheres com  HIV, o acréscimo foi maior: elas chegam até os 70 anos idade, contra 60  dos homens. A expectativa de vida entre a população britânica é de 78  anos para homens e 82 para mulheres.</p>
<p>O estudo também mostrou que o grande impacto na expectativa de vida  causado pelo início do tratamento no tempo certo. Feito de forma errada,  pode resultar em uma perda de 15 anos na expectativa de vida.</p>
<p>O vírus HIV ataca as células de defesa do organismo. Para saber quando é  necessário administrar os antirretrovirais, é preciso monitorar a  quantidade de células imunológicas chamadas CD4 no organismo. Em alguns  casos, porém, o número de células CD4 já está em um nível muito baixo,  tornando impossível reverter a queda. Neste caso, o paciente morre em  pouco tempo, graças a alguma infecção oportunista.</p>
<p>Segundo a pesquisa, quando o número de células CD4 por milímetro cúbico  de sangue é de até 100, a expectativa de vida média é de 58 anos; se o  número for entre 100 e 199, passa para 61 anos; e entre 200 e 350 vai  para 73 anos. Em uma pessoa HIV-negativa, o número de células CD4 fica  entre 600 e 1.200 por milímetro cúbico.</p>
<p>“É preciso identificar as pessoas com HIV logo no início da doença para  evitar o impacto altamente negativo de se administrar a terapia  antirretroviral quando a contagem de CD4 está abaixo de 200 células por  milímetro cúbico”, afirma o estudo.</p>
<p>O estudo deixa claro também que apesar dos ganhos serem encorajadores,  nem todos os pacientes apresentam o mesmo grau de melhora com os  tratamentos.</p>
<p>“É preciso alertar que os ganhos na expectativa de vida só foram  alcançados graças com a identificação da doença em seu início,  monitoramento regular e tratamento ininterrupto”, afirmaram os autores  do estudo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/novos-tratamentos-aumentam-expectativa-de-vida-de-pessoas-com-aids-em-15-anos">Veja.com</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/novos-tratamentos-aumentam-expectativa-de-vida-de-pessoas-com-aids-em-15-anos/">Novos tratamentos aumentam expectativa de vida de pessoas com aids em 15 anos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Doente de aids ganha mais um serviço no SUS</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 13:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo serviço para pacientes com infecção por HIV submetidos a tratamentos antirretrovirais de longa duração entra em funcionamento no Estado de Pernambuco. A partir da próxima segunda-feira, eles passam a contar com cirurgias reparadoras para retirada de acúmulo de gordura no corpo, preenchimento facial e reconstrução glútea, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No primeiro [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/doente-de-aids-ganha-mais-um-servico-no-sus/">Doente de aids ganha mais um serviço no SUS</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo serviço para pacientes com infecção por HIV submetidos a  tratamentos antirretrovirais de longa duração entra em funcionamento no  Estado de Pernambuco. A partir da próxima segunda-feira, eles passam a  contar com cirurgias reparadoras para retirada de acúmulo de gordura no  corpo, preenchimento facial e reconstrução glútea, pelo Sistema Único de  Saúde (SUS). No primeiro ano do programa, a Secretaria Estadual de  Saúde pretende realizar 240 procedimentos.</p>
<p>O Estado credenciou o  Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc) e o Instituto de Medicina  Integral Professor Fernando Figueira (Imip) como unidades de referência.  Na divisão de tarefas, o Huoc assume o preenchimento facial e o Imip  fica com a cirurgia, também podendo fazer a correção no rosto. Só serão  atendidos os pacientes de aids encaminhados por médico infectologista de  um dos 19 Serviços de Assistência Especializada (SAE) do Estado.</p>
<p>Acúmulo  de gordura de forma irregular (abdome, mama, parte de trás do pescoço),  desaparecimento da gordura facial e afundamento das nádegas são efeitos  colaterais do uso contínuo de antirretrovirais. O problema, denominado  lipodistrofia, se caracteriza pela alteração do metabolismo e do  depósito da gordura no corpo. &#8220;É também provocado pelo vírus&#8221;, informa o  coordenador do Programa Estadual de DST/Aids, François Figueirôa.</p>
<p>Segundo  ele, alguns pacientes desenvolvem mais a enfermidade do que outros. Há  soropositivos que fazem o tratamento e não apresentam sintomas.  &#8220;Exercícios físicos e alimentação ajudam a retardar e diminuir os  efeitos&#8221;, alerta François Figueirôa, logo após a divulgação do serviço,  num evento na Secretaria de Saúde, nessa quinta-feira (6).</p>
<p>Fonte: <a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2011/10/07/doente-de-aids-ganha-mais-um-servico-no-sus-302199.php">NE10</a></p>
<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/doente-de-aids-ganha-mais-um-servico-no-sus/">Doente de aids ganha mais um serviço no SUS</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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		<title>Cresce o contágio da aids entre jovens gays e idosos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 13:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aids Hiv</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na sala escura da boate gay e nos encontros marcados após o baile da terceira idade, os homens brasileiros de todas as idades e orientações sexuais têm deixado a camisinha de lado e, por isso, crescido nas estatísticas da aids. O novo boletim do Ministério da Saúde, que mapeia os casos de contaminação pelo vírus [...]<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/cresce-o-contagio-da-aids-entre-jovens-gays-e-idosos/">Cresce o contágio da aids entre jovens gays e idosos</a> is a post from: <a href="http://www.aidshiv.com.br">AIDS | HIV – Saiba tudo sobre os sintomas</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tn_620_600_aids_terceiraidade_300910.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-918" title="tn_620_600_aids_terceiraidade_300910" src="http://www.aidshiv.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tn_620_600_aids_terceiraidade_300910.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Na sala escura da boate gay e nos encontros marcados após o baile da terceira idade, os homens brasileiros de todas as idades e orientações sexuais têm deixado a camisinha de lado e, por isso, crescido nas estatísticas da aids.</p>
<p>O novo boletim do Ministério da Saúde, que mapeia os casos de contaminação pelo vírus HIV, revela a vulnerabilidade generalizada, impulsionada pelo uso de drogas – seja o ecstasy ou o Viagra.</p>
<p>A proporção de registros entre homossexuais de 13 a 24 anos bateu recorde. Este grupo, em 2010, somou 35,1% do total de infecções masculinas na faixa etária, a maior taxa desde o início da epidemia, em 1980. Simultaneamente, entre os mais maduros, os heterossexuais são maioria dos infectados e acima dos 30 anos representam 43%.</p>
<p>“Não há orientação sexual de risco e sim comportamento perigoso para a aids, muito influenciado pelo abuso de álcool. E os homens, de forma geral, têm negligenciado bastante o preservativo. É um panorama alarmante”, afirma um dos principais infectologistas do País, Artur Timerman, que atua nas redes públicas e privadas de saúde. No último ano, entre seus pacientes, há um casal de 14 e 15 anos, ambos soropositivos e uma senhora de 82 que adquiriu o vírus do marido, de 78 anos.</p>
<p><strong>Indiferenças</strong></p>
<p>No início do mês, J.F, 31 anos, morreu e o atestado de óbito teve origem na infecção do vírus HIV, descoberta tarde demais para que os coquetéis de remédios fizessem efeitos e revertessem o quadro.</p>
<p>Homossexual &#8211; assumido para os amigos e escondido da família &#8211; ele sempre teve medo de fazer o teste para confirmar se as transas desprotegidas tinham mesmo resultado na infecção. Emagreceu, mas só quando as diarreias ficaram constantes procurou o médico.</p>
<p>Jovem bem sucedido na profissão de comunicação, solteiro, nunca foi promíscuo, mas também nunca exigiu proteção em suas relações sexuais eventuais, acertadas em maioria nos encontros no centro paulistano &#8211; uma das regiões com alta concentração de casas noturnas para o público gay.</p>
<p>Em uma destas boates, inclusive, que conta com o chamado “dark room” (sala escura em que tudo pode acontecer mas onde só entra quem quer) a falta de temor com as doenças sexualmente transmissíveis (DST) fica exposta no chão. “Eles (a casa) até distribuem camisinha para quem vai entrar. Mas os preservativos ficam fechados e lacrados, jogados no fim da noitada e recolhidos pelo pessoal da faxina”, conta um dos frequentadores.</p>
<p>A indiferença com a possibilidade de contrair aids ou qualquer outra DST também marca os encontros dos “cinquentões” heterossexuais. “Minha geração não aprendeu a usar camisinha. Eu, até descobrir ser soropositivo, nunca tinha usado uma vez sequer e tinha uma média de 18 parceiras por ano”, conta S.C., 59 anos, que trabalha com comércio exterior, mora na zona oeste paulistana e é um autodefinido “apaixonado pelas mulheres”.</p>
<p>Agora, ele não só aprendeu a usar medicamentos para a disfunção erétil, como após a ereção garantida, cobri-la com preservativo. “Podia ter aprendido antes. Mas tenho amigos que mesmo acompanhando de perto o meu caso continuam deixando a camisinha como um enfeite na carteira.”</p>
<p><strong>Pré ou pós 80’s</strong></p>
<p>Os maiores de 50 e os menores de 30 fazem parte de gerações que ou eram pequenos demais para lembrar os tempos mais árduos da aids ou já estavam maduros o suficiente para sentirem os impactos diretos que a epidemia provocou nos filhos dos anos 70.</p>
<p>Mas nesta primeira década dos anos 2000, os mais velhos e os mais novos foram colocados no alvo do HIV e, ao mesmo tempo, convivem com a falsa ideia de que para “tratar a doença só é preciso tomar um remedinho”, afirma o infectologista Jean Gorinchteyn do Instituto Emílio Ribas, uma das referências nacionais do tratamento da aids.</p>
<p>“O preservativo continua encarado como uma necessidade só para evitar gravidez, portanto desnecessário para quem tem relações homossexuais ou está fora da faixa da fertilidade”, completa Gorinchteyn, que coordena um ambulatório só para soropositivos maiores de 50 anos, onde 60% são homens e oito em cada dez casados com mulheres.</p>
<p>“Um erro perigoso, porque nem tratar a aids é fácil e nem a camisinha tinha de ser vista só como um método contraceptivo. Aids não tem cura, tem tratamento complicado e pode matar”, alerta o médico. No País, são 27,3 mortes diárias por aids.</p>
<p><strong>Medo de falhar</strong></p>
<p>O desdém com a camisinha também tem como combustível o medo de falhar. A falta de jeito e de hábito em colocar o preservativo podem atingir em cheio a potência. “Ninguém quer ter fama de broxa”, contou um jovem de 27 anos, consumidor de drogas e que marca “rapidinhas” sexuais pelo celular.</p>
<p>Mesma aflição foi relatada por um recém-viúvo, de 75 anos, que não tinha relações com penetração plena há 8 anos com a esposa e se viu no papel de adolescente quando uma mulher 20 anos mais jovem, conhecida no bailão do clube, deu a entender que gostaria &#8211; e aceitaria &#8211; ir para cama com ele.</p>
<p>Este temor tenta ser curado com remédios em prol da potência (para disfunção erétil) ou que prometem ampliar a sensibilidade (entorpecentes sintéticos), influenciando ainda mais no comportamento de risco. O resultado é a ampliação do desuso da camisinha. No Brasil, seis em cada dez homens admitem não utilizar a proteção em todas as relações sexuais, conforme contabilizou o Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Embriagado</strong></p>
<p>Entre os desprotegidos, estão os que sabem ser portadores do vírus HIV e ainda assim mantêm relações sexuais sem camisinha. “Eu contei a uma amiga que tinha o vírus e ela bateu o pé para a gente não transar de preservativo, porque era melhor”, conta S.C.</p>
<p>Sobre os “kamikazes” sexuais, o professor de clínica médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Paulo Olzon – e médico especializado em aids – diz que este comportamento revela falta de ética e preocupação com o outro, duas posturas típicas do novo tempo. “Precisamos rever como tratar estes casos. São como pessoas embriagadas, que pegam o automóvel e dirigem a 300 km por hora. Será mesmo que elas não sabem que vão fazer vítimas”, deixa Olson a pergunta no ar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/cresce-o-contagio-entre-jovens-gays-e-idosos/n1597243382637.html">IG</a></p>
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