Circuncisão e gel são armas contra a Aids

A circuncisão reduz em 60% o risco de infecção pelo vírus HIV, razão para que a Organização Mundial da Saúde (OMS) promova a cirurgia em vários países africanos, embora reconheça que não é uma solução definitiva contra a doença. A proposta foi feita pelo diretor regional da OMS em Brazzaville (Congo), o ugandense David Okello, ontem, na Conferência Internacional Aids 2010, em Viena. Ele disse haver “evidências científicas suficientes para promovê-la como um dos métodos para se prevenir a Aids”.

No evento, a OMS também apresentou estudo mostrando que o tratamento antirretroviral desde o início da gravidez, assim como durante o período de amamentação, pode reduzir para 5% ou menos o risco de transmissão do vírus HIV de mãe para filho. Mas o assunto que mais tem gerado comentários na conferência é um gel vaginal microbicida, elaborado com a substância antirretroviral tenofovir, que reduz em 39% as infecções do vírus da Aids nas mulheres ao ser aplicado 12 horas antes e 12 horas depois da relação. Ogel promete ser um progresso nas árduas investigações que são realizadas para conseguir um microbicida contra o vírus HIV que as mulheres possam usar sem a necessidade da cooperação de seu companheiro sexual.

Fonte: Diário de Pernambuco

Data de criação: 21/07/2010
Última atualização: 21/07/2010

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